Uma semana depois, o desligamento de Eliane Cantanhêde da GloboNews ainda repercute.Oficialmente, a jornalista deixou a emissora por vontade própria alegando cansaço devido ao acúmulo de trabalho.
Mas a demissão de Daniela Lima, três dias depois, suscitou a suspeita de que ela saiu por decisão da direção.A GloboNews estaria alinhando a linha editorial ao centro do espectro político para se descolar da imagem de apoiadora da esquerda.
Eliane e Daniela nunca se declararam esquerdistas, porém, estavam entre as vozes mais enfáticas contra a extrema direita.Tanto que se tornaram alvo de incontáveis ataques de bolsonaristas e anti-lulistas nas redes sociais.
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Daniela tinha acesso privilegiado a fontes no Supremo Tribunal Federal, já Eliane cultivava um dos principais canais da emissora com a cúpula do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.
Em programas como o ‘Em Pauta’ e o ‘Central GloboNews’, a veterana citava suas conversas com militares a respeito de assuntos sensíveis ao país.
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A demissão (voluntária ou não) de Cantanhêde abalou alguns colegas. Chamada de ‘Lili’ nos bastidores, ela era vista como uma espécie de decana entre os comentaristas políticos e tinha boa relação com todos na TV.
Fonte: Terra