O clima tá quente em Lábrea e não é por causa do sol forte, não!
O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) e o Ministério Público estão em cima de um contrato milionário da Prefeitura de Lábrea com a empresa Purus Ltda, que virou alvo de uma enxurrada de denúncias de trabalhadores.
Segundo os relatos, a empresa não assinava carteira de ninguém, pagava só metade do salário e ainda mandava o dinheiro via Pix, como se trabalhador fosse banco.
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E adivinha? Mesmo assim, a empresa abocanhou R$ 16,8 MILHÕES da prefeitura para fornecer vigilantes, garis, assistentes administrativos e auxiliares gerais.
DENÚNCIA ESTOURA NO TCE E NOME DE PREFEITO TÁ NO MEIO DO ROLO
O caso virou processo no TCE-AM, com o número 12867/2025, e tem como investigados:
- Gerlando Lopes, prefeito de Lábrea
- Edmilto dos Santos, o pregoeiro
- Purus Ltda, a empresa que levou o bolo de dinheiro
A denúncia foi feita de forma anônima, mas quando o TCE abriu o pacote, viu que tinha muita coisa fedendo.
LICITAÇÃO COM CHEIRO DE “MONTADA”?
A Purus teria conseguido uma dispensa de licitação no valor de R$ 1,4 milhão... e logo depois ganhou o pregão eletrônico de mais de R$ 16 milhões. Coincidência? Pois é…
Pra piorar, a empresa não tinha nem o CNAE correto pra prestar o serviço até um pouquinho antes da licitação. Parece até que alguém avisou.
E tem a cereja do bolo: o atestado de capacidade técnica que a Purus apresentou seria da Prefeitura de Carauari… mas ninguém achou nenhum contrato, nota fiscal ou prova de que eles já fizeram o serviço lá. Documento fantasma!
FUNCIONÁRIOS CONFIRMAM O CAOS
Gente que trabalhou pra empresa mostrou comprovantes de Pix, salários pela metade e nenhuma carteira assinada.
E olha que estamos falando de um contrato milionário com a prefeitura! “Dinheiro tem, só não aparece pro trabalhador”, disse um deles.
MINISTÉRIO PÚBLICO JÁ FALOU: TEM COISA ERRADA AÍ
O MPE-AM também entrou na história. Eles estão investigando possíveis crimes como:
- Fraude em licitação
- Falsidade ideológica
- Conluio entre servidores e empresa
- Peculato (desvio de dinheiro público)
O MP quer saber como esse dinheiro foi usado e se foi mesmo usado.
E A PREFEITURA? E A EMPRESA? SUMIRAM!
A reportagem tentou ouvir a Prefeitura de Lábrea e a Purus Ltda.
Mas ninguém deu um “oi”, um “não sei”, um “não posso falar”. Silêncio total.
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Enquanto isso, o povo continua esperando respostas — e o caso promete esquentar ainda mais nos próximos capítulos.
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