Relatos apontam possível uso do grêmio estudantil para manifestações em meio a apuração de acusações graves.
Uma série de denúncias envolvendo o diretor Danilo Batista de Souza, do CIME Senador Artur Virgílio do Carmo Ribeiro Filho, em Manaus, passou a ser investigada pelas autoridades após acusações de assédio e condutas impróprias envolvendo alunos. O caso também levantou questionamentos sobre a realização de manifestações dentro da escola em defesa do gestor.
De acordo com informações obtidas pela reportagem, estudantes participaram de atos no pátio da instituição com cartazes e palavras de apoio ao diretor. No entanto, há relatos de que essas manifestações não teriam sido espontâneas, mas organizadas com influência de integrantes da equipe escolar.
Fontes ouvidas afirmam que o Grêmio Estudantil teria sido mobilizado nesse contexto, gerando suspeitas de uso da entidade para direcionar posicionamentos dos alunos. Ex-estudantes relataram um ambiente de pressão e receio de represálias, embora essas declarações ainda façam parte de apurações em andamento.
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O caso ganhou maior dimensão após o registro de uma ocorrência formal na Polícia Civil do Amazonas, a partir de denúncia feita por um responsável legal de um adolescente. O inquérito está sob responsabilidade da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente, que investiga possíveis crimes e coleta provas, incluindo relatos e materiais digitais.

Segundo as informações divulgadas, também há menções a supostos contatos realizados por meio de redes sociais privadas, que agora fazem parte da apuração policial. As autoridades ainda analisam a veracidade e o contexto dessas evidências.

Outro ponto citado nas denúncias envolve a saída de alunos da escola em situações consideradas controversas por familiares, o que também deve ser investigado para esclarecer se houve relação com eventuais tentativas de silenciamento.

Foto: Divulgação
Até o momento, não houve conclusão oficial sobre o caso, e os fatos seguem sob investigação. Não foram divulgadas manifestações públicas da defesa do diretor ou da administração escolar até a última atualização.

Foto: Divulgação
O episódio levanta preocupações sobre a segurança no ambiente escolar e o papel das instituições na proteção de crianças e adolescentes, além de reforçar a importância de apurações rigorosas e do devido processo legal diante de acusações dessa natureza.
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