O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), protocolou nesta segunda-feira uma denúncia na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após declarações feitas durante um evento do Partido dos Trabalhadores na Bahia.
Durante o discurso, realizado no domingo, Lula afirmou que “90% dos evangélicos recebem benefícios do governo”. Na mesma ocasião, o presidente também declarou que os petistas “não podem esperar que os pastores falem bem deles” e sugeriu que a aproximação com o eleitorado religioso seja feita diretamente pelos militantes do partido.
Na representação encaminhada à PGR, Sóstenes Cavalcante afirma que a fala do presidente configura abuso de poder político, por suposto uso indevido da autoridade do cargo para fins eleitorais. Segundo o parlamentar, o discurso teria o objetivo de influenciar o voto de eleitores evangélicos nas eleições de 2026.
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“O presidente se instrumentaliza do aparato estatal para favorecer a si próprio ao intimidar os evangélicos a votarem na esquerda no pleito eleitoral de 2026”, diz o documento.
O deputado também destacou a “gravidade da conduta”, argumentando que as declarações teriam impacto relevante no cenário eleitoral, comprometendo a isonomia e a paridade de armas entre os demais pré-candidatos ao mesmo cargo.
Ao final da denúncia, Sóstenes pediu a abertura de procedimento para apuração dos fatos, além da intimação e eventual responsabilização do presidente da República.
Ao anunciar o envio da representação por meio da rede social X, o parlamentar afirmou que a declaração de Lula “não foi uma fala infeliz”, mas sim “a revelação de uma lógica autoritária”.
“Usar o Estado para tentar comprar consciência e tratar evangélicos como curral eleitoral é inaceitável. Fé não se compra. Programa social não compra caráter”, escreveu o deputado.
Até o momento, o Palácio do Planalto não se manifestou oficialmente sobre a denúncia.O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), protocolou nesta segunda-feira uma denúncia na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após declarações feitas durante um evento do Partido dos Trabalhadores na Bahia.
Durante o discurso, realizado no domingo, Lula afirmou que “90% dos evangélicos recebem benefícios do governo”. Na mesma ocasião, o presidente também declarou que os petistas “não podem esperar que os pastores falem bem deles” e sugeriu que a aproximação com o eleitorado religioso seja feita diretamente pelos militantes do partido.
Na representação encaminhada à PGR, Sóstenes Cavalcante afirma que a fala do presidente configura abuso de poder político, por suposto uso indevido da autoridade do cargo para fins eleitorais. Segundo o parlamentar, o discurso teria o objetivo de influenciar o voto de eleitores evangélicos nas eleições de 2026.
“O presidente se instrumentaliza do aparato estatal para favorecer a si próprio ao intimidar os evangélicos a votarem na esquerda no pleito eleitoral de 2026”, diz o documento.
O deputado também destacou a “gravidade da conduta”, argumentando que as declarações teriam impacto relevante no cenário eleitoral, comprometendo a isonomia e a paridade de armas entre os demais pré-candidatos ao mesmo cargo.
Ao final da denúncia, Sóstenes pediu a abertura de procedimento para apuração dos fatos, além da intimação e eventual responsabilização do presidente da República.
Ao anunciar o envio da representação por meio da rede social X, o parlamentar afirmou que a declaração de Lula “não foi uma fala infeliz”, mas sim “a revelação de uma lógica autoritária”.
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“Usar o Estado para tentar comprar consciência e tratar evangélicos como curral eleitoral é inaceitável. Fé não se compra. Programa social não compra caráter”, escreveu o deputado. Até o momento, o Palácio do Planalto não se manifestou oficialmente sobre a denúncia.