BTG/Nexus mostra: entre convictos, 84,1% dos bolsonaristas e 72,9% dos lulistas têm interesse na eleição; desinteresse cresce fora dos polos
O desinteresse pela disputa presidencial no segundo turno das eleições de 2026 preocupa diante da necessidade de mobilizar os eleitores que não se identificam diretamente com os principais grupos políticos. Levantamento citado em reportagem sobre o cenário eleitoral aponta que 35% dos eleitores não polarizados demonstram falta de interesse na etapa decisiva da votação, marcada para o dia 25 de outubro.
Esse grupo reúne pessoas que não demonstram alinhamento direto com o lulismo ou o bolsonarismo, diferentemente dos eleitores que já possuem preferência política consolidada. Por não estarem necessariamente vinculados a um dos dois campos, esses cidadãos podem apresentar comportamentos distintos em relação à campanha e à participação nas urnas.
O desinteresse representa um desafio para as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), que disputam a Presidência da República. Além de conquistar votos, os candidatos precisam estimular a participação de eleitores que ainda não demonstraram envolvimento significativo com a disputa.
Veja também

Debate presidencial da Globo entre Lula e Flávio Bolsonaro será na sexta-feira (23)
Lula e Flávio Bolsonaro trocam propostas por ataques e disputam espaço nas redes sociais em debate
A mobilização desse segmento ocorre em um cenário de forte polarização política e de preocupação com a abstenção eleitoral. No primeiro turno, mais de 33 milhões de brasileiros deixaram de votar, segundo dados divulgados após a votação. O comparecimento no segundo turno será um dos fatores observados durante a reta final da campanha.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
A pesquisa sobre o desinteresse dos eleitores não polarizados reforça a importância de acompanhar não apenas as intenções de voto, mas também o nível de participação do eleitorado. Os números, porém, precisam ser interpretados considerando a metodologia, o período de realização e o perfil dos entrevistados, já que o comportamento desse grupo não representa necessariamente a totalidade dos brasileiros.