Menos de 50% das crianças em todo o mundo hoje são amamentadas exclusivamente ao seio até o sexto mês de vida, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Isso não é uma boa notícia
O desmame precoce pode estar associado a um maior risco de obesidade e de desenvolvimento de doenças crônicas ao longo da vida, segundo estudos científicos. A relação reforça a importância do aleitamento materno nos primeiros meses de vida e dos cuidados com a alimentação durante a infância.
Pesquisas analisadas por especialistas apontam que crianças que deixam de receber leite materno antes do período recomendado podem apresentar maior probabilidade de desenvolver excesso de peso. O aleitamento fornece nutrientes importantes para o crescimento e também está relacionado ao desenvolvimento do sistema imunológico.
Além da obesidade, estudos investigam possíveis associações entre o desmame antecipado e problemas de saúde que podem aparecer anos mais tarde. Entre eles estão alterações metabólicas e doenças crônicas, embora diversos fatores ambientais, genéticos e relacionados à alimentação também influenciem esses riscos.
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A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que os bebês sejam amamentados exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade. Depois desse período, a orientação é iniciar a alimentação complementar e manter o aleitamento até os dois anos ou mais, quando possível.
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Especialistas ressaltam, porém, que cada família pode enfrentar diferentes dificuldades durante a amamentação. Por isso, mães que apresentam problemas ou não conseguem manter o aleitamento devem buscar orientação de profissionais de saúde para garantir que o bebê receba alimentação adequada e segura.