Data foi criada em resposta à demissão de médica que defendeu a masturbação publicamente
Celebrado em 28 de maio, o Dia da Masturbação reacendeu debates sobre saúde sexual e os impactos positivos da prática para o bem-estar físico e emocional.
Especialistas afirmam que a masturbação pode ajudar na redução do estresse, melhora do humor e qualidade do sono, além de contribuir para o autoconhecimento corporal e sexual.
Segundo médicos e psicólogos, durante o orgasmo o corpo libera hormônios como endorfina, dopamina e ocitocina, associados à sensação de prazer, relaxamento e diminuição da ansiedade.
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A prática também pode auxiliar no alívio de tensões musculares, cólicas menstruais e até sintomas relacionados à menopausa em algumas mulheres.
Sexólogos destacam ainda que a masturbação ajuda pessoas a compreenderem melhor suas preferências e limites, favorecendo relacionamentos mais saudáveis e comunicação sexual mais aberta.
No caso dos homens, estudos apontam que a ejaculação frequente pode estar associada à redução do risco de problemas na próstata, embora especialistas ressaltem que o tema ainda segue em análise científica.
Profissionais da saúde reforçam que a masturbação é considerada uma prática natural e saudável quando não interfere na rotina, nas relações sociais ou na saúde mental da pessoa.
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Apesar disso, o assunto ainda enfrenta tabus culturais e religiosos em diversas sociedades, o que dificulta debates mais abertos sobre educação sexual e saúde íntima.