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Diabetes tipo 1 na infância: diagnóstico precoce e cuidados constantes são essenciais
Foto: Freepik

Diagnóstico tardio e metabolismo acelerado aumentam risco de complicações da diabetes tipo 1 na infância

A diabetes tipo 1 pode ser especialmente desafiadora quando surge na infância, devido à evolução mais rápida da doença e à necessidade de cuidados contínuos por muitos anos, aumentando o risco de complicações ao longo da vida.

 

Segundo o pediatra Rosalvo Streit Junior, a diabetes tipo 1 é uma doença crônica e autoimune que destrói as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina. Quanto mais cedo o diagnóstico ocorre, maior o período em que a criança fica exposta às possíveis complicações, já que a destruição das células beta tende a ser mais rápida e agressiva nesse grupo.

 

O metabolismo acelerado das crianças também contribui para descompensações mais rápidas na ausência de insulina. O pediatra João Lucas Alto e Franco reforça que, sem insulina, o açúcar permanece no sangue em níveis elevados, aumentando o risco de complicações metabólicas, como a cetoacidose diabética. Essa condição grave exige atendimento imediato e pode provocar desidratação, vômitos e alterações respiratórias.

 

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O nutrólogo Marcio Passos destaca que, comparada à diabetes tipo 2, a tipo 1 deixa o organismo mais vulnerável a descompensações, riscos cardiovasculares e outras complicações ao longo da vida.

 

Pais e cuidadores devem estar atentos a sinais como sede excessiva, urina frequente, fome constante, perda de peso inexplicável, irritabilidade, cansaço ou enurese noturna, que é o xixi na cama. Um diagnóstico precoce permite iniciar o tratamento com insulina e reduzir significativamente o risco de complicações graves.

 

O tratamento infantil exige medições frequentes de glicemia, aplicação diária de insulina, acompanhamento médico e ajustes na alimentação e no estilo de vida. A participação da família é essencial, já que situações do cotidiano, como festas, esportes ou mudanças na rotina, podem interferir no controle da glicemia.

 

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Especialistas reforçam que informação, diagnóstico precoce e acompanhamento contínuo são fundamentais para garantir melhor qualidade de vida e reduzir complicações em crianças com diabetes tipo 1. 

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