A ex-presidente Dilma Rousseff, em imagem de arquivo
Pelas regras de rotatividade, ao final do mandato de Dilma, neste ano, cabe à Rússia indicar um novo nome.
Entretanto, no ano passado, segundo a Agência Brasil, vinculada à Secretaria de Comunicação Social da Presidência, o presidente russo Vladimir Putin informou que o país daria o aval para Dilma ser reeleita.
Conforme a Agência Brasil, na ocasião, Putin destacou que, como a Rússia está em guerra com a Ucrânia, ter um russo à frente do banco poderia prejudicar a condução dos trabalhos do NDB - os países do Brics têm se posicionado contra a guerra.
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Além disso, o Brasil comanda o Brics neste ano - a cúpula de chefes de Estado acontecerá em julho, no Rio de Janeiro.
Em rede social, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT-PR), parabenizou Dilma pela reeleição.
“Parabéns, presidenta Dilma Rousseff, pela recondução à presidência do Novo Banco de Desenvolvimento. Sob sua direção, o Banco dos BRICS vem cumprindo importante papel no desenvolvimento de nossos países”, publicou a ministra.
Primeira mulher da história a presidir o Brasil, Dilma comandou o país de janeiro de 2011 a maio de 2016, quando foi afastada do mandato em razão de um processo de impeachment no Congresso Nacional.
Em agosto daquele ano, Dilma deixou o mandato definitivamente, quando o Senado aprovou a perda do mandato - reeleita em 2014, ela permaneceria no Palácio do Planalto até 2018.
Em razão do impeachment de Dilma, o então vice-presidente Michel Temer (MDB) assumiu como presidente da República.
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À época, antes mesmo do afastamento da petista, Temer se aliou à oposição e , ao assumir, governou com partidos como o PSDB.
Fonte: G1