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Dimitri Payet, do Vasco, nega ter agredido advogada e diz que beber urina era comum entre o casal
Foto: Reprodução

Larissa Ferrari denunciou o atleta por agressão física e psicológica

Acusado de agredir a advogada Larissa Ferrari, o jogador francês Dimitri Payet, do Vasco, prestou depoimento na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM), em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Ele negou todas as acusações.

 

No depoimento, ao qual o EXTRA teve acesso, Payet afirmou que conheceu Larissa pelas redes sociais em agosto de 2024. Segundo ele, a advogada passou a enviar fotos e vídeos íntimos por mensagens privadas. O jogador negou ter mandado imagens de cunho sexual para ela e afirmou que os vídeos enviados por Larissa eram gravados de forma espontânea, sem qualquer tipo de ameaça ou pressão.

 

Payet declarou à polícia que o relacionamento entre os dois era pautado por práticas sadomasoquistas e que esse tipo de relação ocorria tanto virtualmente quanto presencialmente, sempre de forma consensual.

 

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De acordo com o jogador, o primeiro encontro presencial ocorreu em setembro de 2024, e eles teriam se encontrado pessoalmente cerca de dez vezes, mantendo ainda contato frequente por mensagens. Ele admitiu que, nos encontros, levava objetos como coleiras, cordas e chicotes. Em uma das ocasiões, afirmou ter perguntado se Larissa ainda possuía seu vestido de noiva, pois tinha o desejo de ter relações sexuais com ela vestida dessa forma.

 

Payet nega agressões contra amante e diz que beber urina era comum |  Metrópoles

Foto: Reprodução

 

Payet também relatou que, em contrapartida, a advogada manifestou o desejo de ser urinada durante as relações, prática que, segundo ele, foi realizada diversas vezes de forma consensual. O jogador afirmou à polícia que a prática de beber urina era comum entre o casal. Ele declarou ainda que, em janeiro de 2025, Larissa lhe enviou um vídeo no qual aparecia, de forma voluntária, bebendo seu próprio xixi.

 

Sobre as supostas agressões, Payet afirmou que Larissa pedia para apanhar durante o ato sexual, inclusive com tapas no bumbum, o que deixava marcas. Com relação aos hematomas nas pernas, ele disse que eram resultado do contato com móveis, como cadeiras de madeira, e negou ter agredido a advogada, física ou verbalmente, inclusive durante o sexo. Segundo ele, nunca houve socos ou tapas no rosto.

 

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Procurada pelo Extra, Larissa Ferrari afirmou que as alegações do jogador são "inverídicas". "A partir de janeiro, tudo passoude sadomasoquismo para agressões. Continuarei buscando a Justiça, por mim e por todas que se calam diante do medo", declarou. 

 

Fonte: Extra

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