Gil Romero e José Nilson Azevedo são acusados de matar a jovem Débora e o filho de oito meses que estava em sua barriga no dia 30 de julho de 2023
O vigilante Gil Romero Machado Batista e o outro acusado, José Nilson Azevedo da Silva irão a júri popular, no dia 27 de maio deste ano no Fórum Ministro Henoch Reis, localizado na Zona Centro-Sul de Manaus.
A decisão já havia diso tomada pelo juiz de direito titular da 2.ª Vara do Tribunal do Júri, Fábio Lopes Alfaia. Os dois homens são acusados da morte de Débora da Silva Alves e seu nascituro, crime ocorrido em julho de 2023.
Gil Romero Machado Batista e José Nilson Azevedo da Silva serão julgados por duplo homicídio qualificado (motivo torpe, asfixia, recurso que impossibilitou a defesa da vítima e feminicídio), além de aborto provocado por terceiro e ocultação de cadáver.
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da Delegacia de Homicídios
Com a decisão de pronúncia, a defesa dos réus poderá recorrer à instância superior. Transitado em julgado a decisão, a Ação ficará conclusa para ser julgada, podendo ser pautada a sessão de julgamento Popular.
Na mesma decisão o magistrado manteve a prisão preventiva de Gil Romero Machado Batista e José Nilson Azevedo da Silva, que estão presos desde a época do crime. O processo tramita em segredo de Justiça.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE/AM), no dia 30 de julho de 2023, por volta de 00h40, na Usina Termoelétrica Mauá 2, localizada da Estrada da UTM, bairro Mauazinho, Zona Leste de Manaus, Gil Romero e José Nilson mataram Débora e seu nascituro, que na ocasião estava no oitavo mês de gestação.

Gil Romero planejou o assassinato de Débora e de seu bebê
para esconder o relacionamento extraconjugal
(Fotos: Divulgação)
Débora foi asfixiada com fio elétrico. Na sequência, os dois puseram o corpo em um tonel e atearam fogo. Ainda conforme a denúncia, assim que José Nilson deixou o local, Gil Romero abriu a barriga de Débora e retirou a criança, pondo-a em um saco plástico e jogando-a no rio.
Gil Romero mantinha um relacionamento extraconjugal com Débora da Silva Alves, relacionamento este que resultou na gravidez da jovem. O crime teria sido cometido para apagar os efeitos da relação extraconjugal.
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Foi um dos crimes mais rumorosos de 2023 e o julgamento dos dois acusados é aguardado com grande expectativa, principalmente pela família e amigos de Débora da Silva. O que todos esperam é que pela truculência e perversidade no crime, ambos recebam a pena máxima.