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Dois anos depois do ataque do Hamas a Israel, quão perto a guerra em Gaza está de acabar?
Foto: Reprodução

Mais de 1.200 pessoas morreram nos ataques terroristas de 7 de outubro de 2023

A guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas completa dois anos nesta terça-feira (7), em meio a negociações sobre um possível cessar-fogo. Em discussão está um plano apresentado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que pode levar a um fim definitivo do conflito.

 

Nesta terça-feira, uma série de atos em Israel deve lembrar os ataques terroristas de 7 de outubro. Um deles será realizado em Re’im, no local onde acontecia o festival de música “Nova” — onde 360 pessoas foram mortas e dezenas feitas reféns.

 

Ainda é cedo para responder a essa pergunta. Parte da comunidade internacional vê na proposta apresentada por Trump um sinal de esperança para, ao menos, um cessar-fogo no curto prazo. Mas ainda há obstáculos.

 

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Vale lembrar que o plano em discussão foi apresentado após outras tentativas de cessar-fogo: uma no início da guerra, em 2023, e outra no começo deste ano. Ambas duraram poucas semanas e não conseguiram trazer estabilidade ao Oriente Médio.

 

Na segunda-feira (6), delegações de Israel e do Hamas participaram do primeiro dia de negociações no Egito sobre o plano de Trump. As conversas tiveram mediação dos anfitriões, além de Estados Unidos e Catar. Uma nova rodada está marcada para esta terça-feira.

 

Apesar de Trump ter pedido para que Israel interrompesse os ataques durante as negociações, bombardeios ainda foram registrados no fim de semana. A imprensa israelense informou que os militares foram orientados a reduzir a ofensiva. Os dois lados tentam mostrar disposição para cooperar nas negociações de um cessar-fogo, mas têm seus próprios interesses.

 

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Para Netanyahu, apoiar o plano proposto recentemente por Trump pode ser uma forma de manter boas relações com os Estados Unidos. Ao mesmo tempo, ele tenta mostrar que não cedeu demais para não perder apoio político interno. Já o Hamas disse que concorda em libertar todos os reféns, além de devolver os corpos das vítimas sequestradas que morreram. O grupo também afirmou que aceita entregar o governo de Gaza a um órgão independente, mas ressaltou que alguns pontos ainda precisam ser negociados.

 

Fonte: G1
 

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