Na véspera, moeda americana recuou 0,75%, cotada a R$ 5,4617
O dólar sobe na sessão desta terça-feira (14). Por volta das 14h, a moeda americana avançava 0,13%, cotada a R$ 5,4686. No início da tarde, o dólar ultrapassou R$ 5,50, negociado a R$ 5,5042. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subia 0,40%, aos 142.355 pontos.
O dia é marcado por tensões geopolíticas e expectativas econômicas. Declarações nos Estados Unidos voltam a acirrar o clima entre Washington e Pequim, enquanto o mercado acompanha os discursos de dirigentes do Federal Reserve. No Brasil, indicadores e debates fiscais devem pautar o noticiário econômico.
Nos EUA, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, acusou a China de tentar enfraquecer a economia global após o país anunciar novas restrições à exportação de terras raras. As declarações aumentaram a cautela dos investidores, que temem uma nova escalada nas tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo. (veja mais abaixo)
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Ainda nos EUA, o mercado acompanha falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), com destaque para o discurso de Jerome Powell. No início da tarde, o presidente do Fed disse que o mercado de trabalho dos EUA segue fraco, mas a economia pode estar ligeiramente mais firme, e que o banco adotará uma abordagem “reunião por reunião” para decidir cortes de juros.
No Brasil, o IBGE divulgou a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de agosto, que avançou 0,1% em relação a julho e 3,1% nos últimos 12 meses. Já o Ministério da Fazenda apresenta o Prisma Fiscal, com projeções para as contas públicas.
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Pela manhã, o ministro Fernando Haddad participa de audiência pública no Senado para detalhar a proposta de reforma da tributação sobre a renda. A sessão também contará com representantes da Receita Federal.
Fonte: G1