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Dólar cai e Bolsa é estável; no exterior, indicadores se recuperam
Foto: Reprodução

Ontem, com mercado brasileiro fechado, mercados globais operaram em queda diante de ataques de Trump ao chefe do BC americano

O dólar segue renovando seu patamar mínimo no dia. Às 13h25, a moeda operava em baixa de 1,28%, aos R$ 5,729. O dólar futuro para maio também recuava mais de 1%, atingindo a mínima de R$ 5,739.

 

O Ibovespa virou para o positivo após o início da tarde. Às 12h30, o principal índice da B3 superava os 130 mil pontos e subia 0,55%, aos 130.363 pontos.

 

Os bancos e as petroleiras, que contribuíam para a pressão negativa no início do dia, começaram a operar no positivo, ajudando na elevação do índice. Empresas de consumo cíclico também iniciaram trajetória de alta.

 

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Os papéis preferneciais da Petrobras (PETR4) subiam 0,13%, enquanto a Prio (PRIO3) avançava 0,41%, em linha com a alta do petróleo nas bolsas internacionais. O Itaú (ITUB4) subia 1,83%, enquanto o Bradesco (BBDC4) operava em leve alta, de 0,08%. Os papéis do Banco do Brasil (BBAS3) subiam 0,73%, enquanto as units do BTG (BPAC11) avançavam 0,55%.

 

A Vale (VALE3), com peso no índice, subia 1,34%. A JBS (JBSS3) renovava sua máxima histórica, subindo 2,94%.O BTG Pactual vê mais duas altas da Selic adiante — uma de 0,50pp em maio e outra de 0,25pp em junho —, destacando inflação subjacente ainda elevada e expectativas desancoradas.

 

O banco BTG Pactual

 

“A incerteza global – em especial no que se refere às tensões comerciais – e a crescente atenção do Comitê aos efeitos defasados da política monetária sugerem que as decisões futuras serão cada vez mais dependentes dos dados”, diz time liderado por Claudio Ferraz, em relatório. Cenários mais “dovish” neste momento seriam “prematuros, o que comprometeria a credibilidade da convergência da inflação à meta e elevaria o custo do processo desinflacionário”.

 

Sede do Banco Central do Brasil em Brasília

Fotos: Reprodução

 

A projeção de crescimento para 2025 foi revisada, de 1,5% para 1,7%, devido à expectativa com o início das operações do novo crédito consignado ao setor privado.O Boletim Focus desta terça-feira, que resume as expectativas de analistas de mercado, mostrou uma redução nas previsões para a inflação neste ano. Agora, os investidores preveem um IPCA a 5,57%, ante 5,65% na semana anterior. Ainda assim, a expectativa para o indicador segue extrapolando em mais de um ponto percentual o teto da meta estabelecido pelo CMN, de 4,5%.

 

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A previsão para o PIB teve ligeira alta, para 2% (ante 1,98%). As expectativas para o patamar da Taxa Selic no fim do ano e para o câmbio se mantiveram estáveis, a, respectivamente, 15% e R$ 5,90. Para 2026, a previsão do IPCA se manteve estável, a 4,5%, exatamente no teto da meta. Houve ligeira variação positiva para o PIB, a 1,7% (ante 1,61%) e redução do câmbio em dezembro daquele ano em um centavo, para R$ 5,96 (ante R$ 5,97). A taxa básica prevista segue em 12,5%. 

 

Fonte: Folha de São Paulo

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