O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (14) vendido a R$ 4,986, com recuo de R$ 0,022 (-0,45%); índice Ibovespa, da B3, avançou 0,72%, aos 178.365 pontos
O mercado financeiro operou em recuperação parcial após a instabilidade na véspera, em meio às repercussões políticas envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O dólar voltou a ficar abaixo de R$ 5, e a bolsa interrompeu uma sequência de três quedas e reagiu.
No exterior, o ambiente mais favorável ao risco, impulsionado por sinais de distensão entre Estados Unidos e China, também ajudou os ativos brasileiros.O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (14) vendido a R$ 4,986, com recuo de R$ 0,022 (-0,45%). A cotação começou o dia em R$ 5,02, caiu para R$ 4,97 ao longo da manhã e estabilizou-se em R$ 4,98 no resto do dia.
A moeda estadunidense devolveu parte da forte alta registrada na quarta-feira, quando a moeda americana havia subido mais de 2% diante da piora do humor doméstico. Apesar do recuo desta quinta, a divisa ainda acumula valorização de 1,89% na semana e ganhos de 0,68% em maio.
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Investidores avaliaram que a disparada da moeda na sessão anterior refletiu também realização de lucros, já que o real vinha acumulando forte valorização em 2026.O mercado de ações reagiu. O índice Ibovespa, da B3, avançou 0,72%, aos 178.365 pontos.

Foto: Reprodução
O Ibovespa acompanhou o desempenho positivo das bolsas de Nova York e voltou a subir após três sessões consecutivas de perdas. O índice foi sustentado principalmente pelas ações da Petrobras, com maior peso do indicador, e de bancos.
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As ações ordinárias (com voto em assembleia de acionistas) da Petrobras valorizaram-se 0,82%. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) subiram 0,96%.