A mulher que foi presa afirmou que ela e Natasha eram um casal e que a vítima teria iniciado uma discussão por causa de drogas e ciúmes
Uma mulher trans, identificada como Natasha Alvarenga Ferreira, de 44 anos, morreu após ser queimada viva por outra mulher. O crime ocorreu na noite de segunda-feira (15/9) em Igarapé, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). Um dia após o ataque, a agressora foi presa. As duas estavam em situação de rua.
Imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos próximos registraram o momento em que a vítima foi incendiada.
Segundo a Polícia Militar (PMMG), a corporação foi acionada após a denúncia de um corpo carbonizado debaixo de uma passarela às margens da BR-381, na entrada do bairro Cidade Nova. No local, os policiais confirmaram o crime e analisaram imagens que ajudaram a identificar a suspeita, inclusive pelas roupas usadas no momento do ataque.
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A autora foi capturada próxima ao local, na Praça de Igarapé. De acordo com a PM, ela estava tranquila e vestia as mesmas roupas que usou no momento do assassinato.
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Em depoimento, a suspeita afirmou que tinha um relacionamento com Natasha e que a vítima teria iniciado uma discussão por causa de drogas e ciúmes. A mulher trans foi queimada viva enquanto dormia. A PM informou que a agressora justificou ter medo de sofrer represálias da vítima e não demonstrou arrependimento.
Fonte: Metrópoles