Ex-governador de Minas voltou a fazer críticas ao senador Flávio Bolsonaro por relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master
A relação entre lideranças da direita ganhou mais um capítulo de tensão nesta sexta-feira após o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro defender um rompimento entre o PL e o partido Novo.
A reação ocorreu depois que o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, voltou a criticar o senador Flávio Bolsonaro por causa de sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.
Durante uma entrevista, Zema afirmou que pessoas que mantêm proximidade com indivíduos investigados devem ser vistas com cautela. A declaração foi interpretada como uma referência direta a Flávio Bolsonaro e provocou forte reação de aliados do senador.
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Nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro saiu em defesa do irmão e classificou a postura de Zema como inadequada. O ex-parlamentar afirmou que o pré-candidato do Novo estaria atacando Flávio por interesses políticos e chegou a defender o rompimento total entre os dois grupos.
O episódio amplia o desgaste entre nomes da direita que buscam protagonismo para as eleições de 2026. Nos últimos meses, Zema tem aumentado o tom das críticas contra Flávio Bolsonaro após a divulgação de informações envolvendo contatos entre o senador e Daniel Vorcaro.
Nos bastidores, aliados avaliam que a troca de ataques pode dificultar futuras alianças entre o PL e o Novo, justamente em um momento em que partidos do campo conservador discutem estratégias para a disputa presidencial do próximo ano.
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O embate rapidamente repercutiu nas redes sociais e voltou a expor divisões dentro da direita brasileira, que tenta construir uma frente unificada para enfrentar seus adversários nas eleições de 2026.