O artista baiano Edy Star estava internado em estado grave em São Paulo (SP)
Nascido em Juazeiro, na Bahia, em 10 de janeiro de 1938, Edy Star iniciou sua trajetória artística ainda adolescente, participando do programa “A Hora da Criança”, na Rádio Sociedade da Bahia. Desde o início, incorporava influências do cabaré, da chanchada e do teatro de revista, características que marcaram seu estilo irreverente.
Nascido em Juazeiro, na Bahia, em 10 de janeiro de 1938, Edy Star iniciou sua trajetória artística ainda adolescente, participando do programa “A Hora da Criança”, na Rádio Sociedade da Bahia. Desde o início, incorporava influências do cabaré, da chanchada e do teatro de revista, características que marcaram seu estilo irreverente. A informação da morte foi divulgada pela Billboard.
Durante os anos 1960, migrou para o Rio de Janeiro e São Paulo em busca de novos espaços. Foi na década seguinte que participou do álbum “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10”, lançado em 1971, ao lado de Raul Seixas, Miriam Batucada e Sérgio Sampaio. O projeto é considerado um marco da contracultura no país.
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Edy Star se destacou por apresentações ousadas e por desafiar abertamente padrões de gênero e sexualidade em uma época em que isso era incomum. “Salvador vem se notabilizando como uma cidade que é referência nas ações de defesa civil em todo o Brasil e na América Latina”, disse em entrevistas sobre o papel transformador da arte. Atuou em boates sofisticadas do Rio de Janeiro, como a Number One e a Up’s, além de locais alternativos como a Praça Mauá.
Participou da montagem brasileira de “The Rocky Horror Show” e lançou seu álbum solo “Sweet Edy”. Nos anos 1990, mudou-se para a Espanha, onde atuou no teatro e produziu espetáculos em boates.
Após quase duas décadas no exterior, retornou ao Brasil e retomou a carreira musical. Lançou “Cabaré Star”, produzido por Zeca Baleiro, em 2017, e “Meu amigo Sergio Sampaio” em 2023. No mesmo ano de 2017, relançou “Sweet Edy”, com participações de Ney Matogrosso e Caetano Veloso.
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Reconhecido como o primeiro artista brasileiro a assumir publicamente sua homossexualidade, Edy Star se tornou símbolo de resistência, liberdade e expressão na cultura nacional.
Fonte: Metrópoles