Animal entava em rota migratória em Alagoas, e corpo foi encontrado em área de Unidade de Conservação Federal. Relatório será entregue ao Ministério Público
O corpo do elefante?marinho conhecido como Leôncio foi encontrado sem vida na terça?feira (31) no povoado de Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia, no litoral sul de Alagoas, após vários dias desaparecido enquanto era monitorado pelo Instituto Biota de Conservação desde sua chegada ao estado no início de março.
O animal estava em avançado estado de decomposição e com o corpo partido ao meio quando equipes recolheram os restos mortais, o que gerou choque e comoção entre moradores e especialistas que acompanhavam sua trajetória.
A necropsia realizada confirmou que Leôncio foi abatido por intervenção humana, exibindo diversos sinais de agressões com objeto cortante e mutilações sofridas enquanto ainda estava vivo, com fraturas em ossos e lesões profundas, segundo o laudo divulgado pelo Instituto Biota.
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As análises apontam que os ferimentos não são compatíveis com um acidente natural, e órgãos ambientais e autoridades investigam o caso como possível crime ambiental, com possibilidade de responsabilização penal dos envolvidos.
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A rota percorrida por Leôncio
(Foto: Instituto Biota)
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O episódio encerra abruptamente o período em que Leôncio chamou a atenção de moradores e visitantes pelas praias alagoanas, destacando a necessidade de cuidado com a fauna marinha e a proteção de animais que aparecem fora de seus habitats naturais.