Após ser ignorada pela mãe, a pequena elefanta Linh Mai recebe cuidados e proteção da veterana Swarna no Smithsonian
Uma filhote de elefante asiático que foi rejeitada pela própria mãe em um zoológico dos Estados Unidos ganhou uma nova figura de cuidado dentro do recinto, apelidada de “madrasta” pelos cuidadores. A história, divulgada pelo zoológico e repercutida nas redes sociais, vem emocionando o público pela forma como o grupo de animais passou a se organizar para proteger a jovem elefanta.
A filhote nasceu no início de fevereiro no Zoológico Nacional Smithsonian, em Washington, mas a mãe apresentou comportamento agressivo logo após o parto, impedindo a aproximação do bebê. Diante da situação, tratadores precisaram intervir para garantir a alimentação e os cuidados básicos do animal.
Com o passar das semanas, outra fêmea adulta do grupo passou a se aproximar da filhote e assumir parte do papel de proteção e socialização, comportamento comum entre elefantes, que vivem em estruturas sociais matriarcais.
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Segundo o zoológico, a convivência entre a “tia” e a filhote tem sido fundamental para o desenvolvimento do animal, que inicialmente dependia quase exclusivamente dos cuidadores humanos para se alimentar.
O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais, onde vídeos e fotos da interação entre os animais têm sido amplamente compartilhados, destacando o comportamento social dos elefantes e a importância do convívio em grupo para a espécie.
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O abandono inicial também chama atenção por ser considerado raro entre elefantes asiáticos, o que torna o caso ainda mais sensível para especialistas e visitantes.