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Eleição do sindicato em Caapiranga vira alvo de denúncias graves e revolta servidores. VEJA VÍDEOS
Foto: Reprodução

O processo eleitoral do Sindicato dos Servidores Públicos do município de Caapiranga ganhou novos desdobramentos e passou a ser alvo de denúncias ainda mais graves por parte dos servidores.


Segundo relatos, o candidato derrotado nas eleições municipais, Francimar Ramalho, conhecido como “Bá”, conseguiu uma liminar na Justiça que o colocou interinamente à frente do sindicato, com a missão de organizar uma nova eleição. No entanto, a decisão rapidamente gerou polêmica.


De acordo com denúncias, logo após assumir, ele teria nomeado o próprio cunhado, Alessandro Andrade, como representante da Comissão Eleitoral. A medida, segundo os servidores, foi tomada “no calar da noite”, sem qualquer publicação oficial ou divulgação em meios de comunicação.

 

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Outra situação que chamou atenção foi a suposta mudança do estatuto do sindicato de forma repentina, sem o conhecimento ou participação dos mais de 600 servidores efetivos do município. O documento, segundo os denunciantes, sequer teria sido registrado em cartório.


O ponto mais controverso, no entanto, envolve a lista de votação. Conforme os relatos, apenas 20 pessoas foram autorizadas a votar na eleição — número considerado extremamente baixo diante do total de servidores. Ainda segundo os denunciantes, a lista seria composta, em sua maioria, por familiares e pessoas próximas a Francimar Ramalho, levantando suspeitas de favorecimento.


No dia da votação, diversos servidores efetivos afirmam que compareceram ao local, que funcionava na parte inferior da residência de um dos integrantes da chapa, mas foram impedidos de votar por não constarem na lista.


A ausência da Comissão Eleitoral também foi questionada. Segundo os relatos, apenas duas mesárias e o advogado do sindicato estavam presentes. Ao ser questionado, o advogado teria orientado os servidores a procurarem a Justiça.


Diante das denúncias, os servidores cobram a anulação do processo eleitoral e a realização de uma nova eleição, com transparência, ampla participação e respeito aos princípios democráticos.

 

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O caso deve ser levado à Justiça, que poderá apurar as irregularidades e decidir sobre a validade do pleito.

 

Veja PROCESSO ELEITORAL SINDSERV/CAAP clicando AQUI

 

 

 

 

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