Neste ano, 54 vagas estão em disputa e os eleitores devem escolher dois candidatos diferentes
Nas eleições gerais de 2026, os brasileiros terão uma novidade na votação para o Senado Federal: cada eleitor deverá escolher dois candidatos diferentes para ocupar as duas vagas em disputa por estado e no Distrito Federal. Caso o mesmo número seja digitado duas vezes na urna eletrônica, apenas o primeiro voto será validado, enquanto o segundo será automaticamente anulado.
A renovação de dois terços do Senado acontece porque o mandato dos senadores é de oito anos. Assim, das 81 cadeiras da Casa, 54 estarão em disputa neste ano, enquanto as outras 27 permanecem com os parlamentares eleitos em 2022. Em 2030, a renovação volta a ser de apenas um terço das vagas.
Na urna eletrônica, o eleitor votará duas vezes para senador. Primeiro, digitará o número de um candidato, confirmará o voto e, em seguida, repetirá o procedimento para outro candidato. A ordem dos votos não interfere no resultado, mas é obrigatório escolher candidatos diferentes.
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Outra regra importante é que não existe voto em legenda para senador. O eleitor precisa informar o número completo do candidato, formado por três dígitos. Caso digite apenas o número do partido, o voto será considerado nulo para esse cargo. Também não é possível votar em candidatos registrados em outro estado, já que cada eleitor escolhe apenas representantes da unidade da Federação onde possui domicílio eleitoral.
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Os dois candidatos mais votados em cada estado serão eleitos para o Senado. Para evitar erros na hora da votação, a Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor leve uma "cola" de papel com os números dos candidatos escolhidos, facilitando o preenchimento na urna eletrônica.