Defesa nega superlotação, diz que licenças estavam em dia e garante apoio às vítimas e às buscas por desaparecidos
A empresa Lima de Abreu Navegações, proprietária da embarcação Lima de Abreu XV, que naufragou no último dia 13 no Encontro das Águas, em Manaus, se pronunciou publicamente sobre o caso. A manifestação foi feita por meio da advogada Jéssika Martins, durante entrevista ao programa, na última quarta-feira (18).
O acidente resultou em três mortes confirmadas, cinco pessoas desaparecidas e cerca de 70 passageiros resgatados com vida. Segundo a representante legal da empresa, a companhia tem sido alvo de ataques e de informações falsas desde o ocorrido, mas está colaborando integralmente com as autoridades responsáveis pela investigação.
De acordo com a advogada, a embarcação possuía toda a documentação exigida e operava dentro dos limites legais. “A lancha estava devidamente licenciada e autorizada a navegar. Não havia superlotação, e a capacidade de passageiros respeitava a legislação”, afirmou. Ela acrescentou que a empresa aguarda a conclusão das investigações para que sejam esclarecidas as causas do acidente.
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ASSISTÊNCIA ÀS VÍTIMAS
A defesa informou ainda que, desde os primeiros momentos após o naufrágio, a empresa tem prestado assistência às vítimas e familiares. Segundo a advogada, um representante foi designado para acompanhar o atendimento aos sobreviventes e oferecer suporte imediato, inclusive financeiro.
A empresa também teria auxiliado no translado de passageiros e disponibilizado canais de comunicação nas redes sociais para atendimento às famílias.
APOIO ÀS BUSCAS
Em relação às operações de resgate, a advogada afirmou que a empresa está colaborando com os órgãos de segurança do estado, especialmente o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas. Segundo ela, embarcações com condutores habilitados foram colocadas à disposição das autoridades para auxiliar nas buscas pelos desaparecidos.
A reportagem procurou o Corpo de Bombeiros para confirmar as informações sobre o apoio oferecido, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.
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As investigações seguem sob responsabilidade das autoridades competentes, que irão apurar as circunstâncias do naufrágio e eventuais responsabilidades.