Produzir a partir de uma lógica regenerativa é o conceito por trás da economia circular
Você já parou para pensar no que acontece com um produto depois que ele é descartado? Em vez de ir direto para o lixo, e depois para um aterro, ele poderia voltar à cadeia produtiva. É disso que trata a economia circular — um modelo que busca reduzir o desperdício e transformar o jeito como produzimos, consumimos e descartamos.
E o mais curioso: mesmo sem muito apoio do governo, empresas brasileiras estão prosperando com essa lógica. Uma pesquisa publicada no Journal of Environmental Management revela como empresas brasileiras têm conseguido aplicar práticas de economia circular, mesmo enfrentando obstáculos regulatórios e institucionais.
A pesquisa foi conduzida por especialistas da Unimar Business School, da Universidade de São Paulo (USP) e da francesa EM Normandie Business School. O estudo analisou como certas capacidades internas das empresas influenciam a adoção de práticas circulares, e como isso impacta diretamente no desempenho e na resiliência organizacional.
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A economia circular propõe um caminho oposto ao modelo tradicional de “extrair, produzir, consumir e descartar”. Em vez de explorar recursos naturais de forma contínua e gerar resíduos, a proposta é criar um sistema regenerativo, onde os produtos, materiais e recursos são mantidos em uso pelo maior tempo possível. Essa abordagem se baseia em princípios como:
Reduzir o uso de matérias-primas virgens.
Reutilizar e consertar produtos.
Reciclar e transformar resíduos em novos recursos.
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Repensar o design para que os produtos já nasçam circulares.
Fonte: CNN