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Encontrado nu e segurando a cueca de menino autista de 5 anos: boletim revela novos detalhes da prisão de Marco Furlan
Foto: Reprodução/Instagram

Segundo o boletim de ocorrência, a mãe encontrou o ex-ator sem roupas ao lado da criança durante uma festa em Pindamonhangaba

O boletim de ocorrência da prisão do ex-ator Marco Furlan, de 48 anos, trouxe novos detalhes sobre o flagrante que resultou na investigação por suspeita de estupro de vulnerável contra um menino de 5 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O caso aconteceu no último domingo (2), durante uma festa de aniversário em uma chácara em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo.

 

Segundo o documento, a mãe da criança ouviu gritos vindos de um dos quartos da residência e correu até o local acompanhada por uma amiga da família. Ao acender a luz, encontrou Marco Furlan completamente nu sobre a cama ao lado do menino, que também estava sem roupas. Ainda de acordo com o boletim, a criança chorava, reclamava de dores, dizia "ai… ai…" e mantinha as mãos na região das nádegas. Diante da cena, a mãe ordenou que o artista saísse imediatamente do quarto para socorrer o filho.

 

A amiga que acompanhava a mãe relatou que entrou no cômodo momentos depois e viu o ator sem as calças e segurando a cueca do menino. Antes de chegar ao quarto, ela afirmou ter ouvido o menino dizer "Para… tá doendo", informação registrada no boletim de ocorrência.

 

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Conforme o documento, Marco Furlan negou ter cometido qualquer abuso quando foi confrontado e resistiu a deixar o quarto. Segundo a testemunha, ele repetia que "jamais faria aquilo" e alegava que estava apenas "passando pelo local".

 

Em seguida, segundo o registro policial, apresentou versões diferentes sobre o episódio. Inicialmente, afirmou que teria confundido a criança com a namorada. Depois, negou qualquer crime e, já na delegacia, acompanhado por advogados, declarou não se lembrar do que havia acontecido.

 

Marco Furlan

Foto: Reprodução/ Instagram

 

Com base nos relatos da mãe, da testemunha, dos policiais militares e nas circunstâncias encontradas no local, a delegada responsável pelo caso determinou a prisão em flagrante por suspeita de estupro de vulnerável. Embora o primeiro exame médico não tenha apontado lesões físicas aparentes, a autoridade policial considerou que havia elementos suficientes para a autuação.

 

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A Polícia Civil também solicitou a conversão da prisão em flagrante em preventiva, argumentando que a medida é necessária para garantir a ordem pública e preservar a integridade física e psicológica da criança durante a investigação.

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