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19/10/2021
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Entregador é chamado de 'vagabundo' e 'favelado' por moradora que afirmou ser juíza em um condomínio. VEJA VÍDEO

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Foto: Reprodução

Caso foi registrado na 16ª DP (Barra da Tijuca), que apura o caso. Cleyton Pires afirma que foi chamado de

Um homem que trabalha como entregador afirma que foi alvo de preconceito por uma mulher que afirmou ser juíza em um condomínio de luxo da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O diálogo foi registrado nas redes sociais de Clayton Pires, de 43 anos, e aconteceu no último sábado (16).

 

Segundo Cleyton, ele estava trabalhando na entrega de pacotes no condomínio Nova Ipanema. Ele estava acompanhado de um segurança do condomínio e tentou entregar um pacote em uma das casas.

 

“Quando chegamos na casa dela, o segurança tocou a primeira vez, pois eu estava saindo do carro. Eu fui, tirei o produto dela do carro e coloquei na porta dela. Aí toquei mais uma vez. Quando olhei para o lado, a casa dela tinha três portões. O outro portão, que imaginei que pudesse ser de caseiro, também tinha uma campainha. Eu fui e toquei a outra campainha e fiquei esperando um tempinho”, disse o entregador.

 

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Cleyton, que trabalha como entregador desde o ano passado, contou ao g1 que tocou a campainha por três vezes e não foi atendido. Como ninguém respondeu, ele pensou que estava quebrada e resolveu bater no portão.

 

O entregador contou que a moradora, após ouvir as batidas, saiu gritando da casa o ofendendo. Segundo ele, a mulher o chamou de favelado e vagabundo e disse que o prenderia se ele tivesse quebrado o portão, pois era juíza.

 

A moradora nega ter chamado o entregador de vagabundo, mas, nas imagens gravadas por Cleyton, ela confirma ter chamado de favelado. “Favelado eu repito. Fa-ve-la-do. De corpo, alma e pensamento”, disse a mulher no vídeo gravado pelo rapaz.

 

Segundo o rapaz, ele chegou a avisar ao segurança que ninguém estava atendendo e que, por via das dúvidas, ia bater no portão. "Porque às vezes a gente vai fazer entrega e a campainha está ruim, ou o interfone. Então a gente dá um grito ou bate no portão. E foi o que eu fiz”, explicou.

 

Cleyton iniciou uma transmissão pelo Facebook.

 

“Ela me chamou de cretino, me chamou de favelado, me chamou de vagabundo. Eu falei: ‘não sou vagabundo não que eu estou trabalhando’. Partiu para cima de mim três vezes para meter a mão no meu telefone”, disse Cleyton no vídeo.

 

Nas imagens transmitidas pela rede social, a equipe de segurança do condomínio foi acionada e a mulher chega a afirmar que o celular do entregador tem que ser retirado.

 

Ela justifica as agressões verbais pelo fato de Cleyton ter batido no portão com força e diz várias vezes que ele está se fazendo de vítima.

 

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“E aí vai dar uma de vítima agora. Que ele é coitado, trabalhador. (algo inaudível) Essa retórica de pessoas como ele que a gente é o país que a gente é", diz a mulher, afirmando que está sendo afrontada e reclama de ter a imagem exibida na live. 

 

Fonte: G1

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