O Vulcão de Fogo, que fica a 35 quilômetros da Cidada da Guatemala, entrou em fase eruptiva na segunda-feira (3)
Pelo menos 500 pessoas permanecem em abrigos após a forte erupção do Vulcão de Fogo, na Guatemala. A atividade vulcânica levou as autoridades a decretarem alerta de "perigo", o segundo nível mais alto do país, e a retirarem moradores de comunidades próximas.
As famílias viviam nas aldeias de El Porvenir e Las Lajitas, localizadas na região do vulcão, a cerca de 35 quilômetros da Cidade da Guatemala. Os moradores foram levados para abrigos temporários em San Juan Alotenango e Escuintla.
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Segundo o Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia e Hidrologia (Insivumeh), a erupção já dura mais de 23 horas. O vulcão continua expelindo lava, gases e grandes quantidades de cinzas, mantendo o risco de fluxos de material incandescente nas encostas.
A coluna de cinzas ultrapassou 7 mil metros de altitude e se espalhou por até 130 quilômetros, alcançando áreas da costa do Pacífico.
Diante da situação, o governo suspendeu as aulas presenciais em comunidades de três municípios próximos ao vulcão até nova avaliação.
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O Vulcão de Fogo é considerado o mais ativo da América Central e tem 3.763 metros de altitude. A última grande tragédia ocorreu em 2018, quando uma erupção devastou comunidades inteiras, deixando 215 mortos e dezenas de desaparecidos. As erupções mais recentes haviam sido registradas em junho de 2025 e fevereiro deste ano.
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