Jovem de 16 anos segue em estado gravíssimo na UTI após agressão; família e escola pedem respeito e orações.
O adolescente de 16 anos vítima de agressão após uma discussão motivada por um chiclete permanece internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). De acordo com a escola onde o jovem estuda, o quadro clínico é considerado “extremamente delicado” e “irreversível”.
A informação foi divulgada pela própria instituição de ensino por meio de uma publicação nas redes sociais. Na nota, a escola destacou que a família enfrenta o momento com “muita dor”, mas ainda mantém a esperança por uma melhora no estado de saúde do estudante.
Nas redes sociais, a irmã do adolescente compartilhou uma imagem em que aparece segurando a mão do irmão no hospital. Na legenda, ela escreveu: “Enquanto houver vida, nós seguiremos acreditando em um milagre”.
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O jovem está hospitalizado desde a noite de quinta-feira (22/1). Segundo familiares, ele sofreu uma parada cardiorrespiratória que durou cerca de 12 minutos. Além disso, houve o rompimento de uma artéria e fratura em um osso do crânio após o adolescente bater a cabeça na porta de um carro durante a agressão, o que causou aumento da pressão intracraniana. Ele segue intubado e sob cuidados intensivos.
ENTENDA O CASO
A agressão ocorreu na noite de quinta-feira (22/1), na Rua 6 de Vicente Pires, no Distrito Federal. O adolescente se envolveu em uma briga com o piloto de Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos. Segundo relatos, o conflito começou após o piloto jogar um chiclete mascado em um amigo do menor, o que gerou uma reação e, em seguida, a briga.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que os dois trocam agressões. Em determinado instante, Pedro atinge o adolescente com um soco, fazendo com que ele bata a cabeça em um carro e perca as forças. O jovem foi socorrido após colegas intervierem.

Fotos: Reprodução
Pedro Turra chegou a ser preso pela 38ª Delegacia de Polícia, mas recebeu liberdade provisória no sábado (24/1), após audiência de custódia. Ele foi liberado mediante pagamento de fiança no valor de R$ 24 mil.
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Durante depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o piloto afirmou que não teve a intenção de ferir gravemente o adolescente e alegou que tentou apenas “apartar a briga”. O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades.