O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, nesta sexta-feira (23)
A Espanha recusou o convite do presidente Donald Trump para fazer parte do "Conselho de Paz", lançado na última quinta-feira (22). O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, nesta sexta-feira (23).
Segundo Sánchez, a recusa se justifica pela "coerência com o compromisso de Madri com o direito internacional, a ONU [Organização das Nações Unidas] e o multilateralismo".
Além da Espanha, a China já havia recusado o convite para integrar o 'Conselho de Paz'. Rússia e Brasil ainda não se posicionaram sobre o chamamento do presidente norte-americano. Ao todo, 60 nações foram convidadas.
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Ao todo, cerca de 20 nações confirmaram participação no 'Conselho da Paz'. A adesão envolve assinatura de documentos conforme procedimentos legais de cada um, com foco inicial em Gaza, mas com possibilidade de expansão para outros conflitos.
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O 'Conselho da Paz'tem como foco inicial a reconstrução e estabilização da Faixa de Gaza. Segundo o governo norte-americano, o órgão foi criado para promover estabilidade, restaurar governança legítima e garantir paz em zonas de conflito, atuando como alternativa a instituições já consolidadas, como a ONU.