16 de Junho de 2024 - Ano 10
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Mulher
11/06/2024

Especialista diz o que comer na gravidez, na TPM e na menopausa

Foto: Reprodução

A nutricionista Cibele Santos Nakao ensina quais alimentos evitar e quais apostar para adquirir mais saúde e bem-estar nessas situações

Gravidez, TPM e menopausa são situações comuns na vida de muitas mulheres. O que nem todas sabem é que, em cada uma delas, a alimentação tem um papel fundamental, influenciando negativa ou positivamente, dependendo dos nutrientes presentes nas refeições.

 

Apesar da ampla variedade de ingredientes que uma gestante deve consumir para garantir o estado nutricional positivo para ela e o bebê, há algumas restrições. De acordo com a profissional, uma delas é evitar carnes e peixes crus. “É importante o cuidado dobrado referente às contaminações. O não cozimento desses alimentos pode favorecer esse fato, gerando problemas de saúde para a mãe e causando riscos à gravidez”, diz ela.

 

Ainda, a gestante precisa se esquivar do consumo de mercúrio contido em peixes e frutos do mar não cozidos. “A ingestão desse componente em excesso pode gerar problemas ao sistema nervoso e imunológico do feto”, explica.

 

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Outro ingrediente que as grávidas devem se manter longe é o açúcar. Segundo a profissional, uma dieta com excesso de alimentos ricos na substância pode desencadear respostas imunes ao corpo, levando a inflamações e riscos para gravidez. “Além disso, a mãe que consome mais doces possui alterações na flora intestinal e isso pode ser outro fator de risco”, acrescenta.

 

Bebidas alcóolicas também são contraindicadas para as gestantes. Dito isto, a nutricionista menciona um estudo recente realizado em Ribeirão Preto/SP, pela Revista Eletrônica Álcool e Drogas. A pesquisa comprova que as bebidas alcoólicas devem ser evitadas, porque o álcool se acumula no organismo do feto, podendo causar parto prematuro, subnutrição fetal, atraso no crescimento e malformações cardíacas.

 

Jovem mulher negra grávida bebendo água - Metrópoles

 

Já a cafeína em excesso estimula a glândula suprarrenal a liberar adrenalina. “Esse hormônio tem efeito vasoconstritor, ou seja, estimula a contração de veias e artérias, diminuindo o fluxo sanguíneo em certas áreas do organismo”, afirma. “Isso pode diminuir o tamanho dos vasos de irrigação da placenta em 15%, reduzindo o fornecimento de alimento ao feto, conforme alega a junta médica do hospital Sírio Libanês/SP”, continua.

 

Os alimentos ultraprocessados também integram a lista dos não-recomendados. Segundo a profissional, o consumo rotineiro de biscoitos recheados, balas, sorvetes, cereais matinais, mistura para bolo, sopas em pó, barra de cereal, temperos instantâneos, salgadinhos e refrigerantes pode gerar sérios riscos à saúde da mãe e do bebê, bem como a desnutrição de ambos.

 

Por outro lado, ingredientes ricos em vitaminas, fibras e proteínas são aliados das grávidas. “Eles trazem benefícios para a saúde, energia e imunidade da mãe”, justifica Cibele.De acordo com a especialista, o ômega 3 (DHA), presente em ovos, peixes (assados ou cozidos), chia, linhaça, nozes e amêndoas, são bons para o sistema nervoso (responsável pela memória) da mãe e ajudam a desenvolver o cérebro do bebê.

 

Jovem mulher grávida preparando refeição em cozinha - Metrópoles

Fotos: Reprodução

 

Já a vitamina B9 (ácido fólico) é indicada para prevenir defeitos do fechamento do tubo neural do feto, responsável pelo desenvolvimento de todo o sistema nervoso e cérebro do bebê, e assim, diminuir o risco de malformações congênitas. Folhas verdes escuras, como couve de Bruxelas, espinafre, rúcula, além de quiabo, feijão-preto, beterraba, nozes, avelã, aspargos e castanha são exemplos de ingredientes repletos de vitamina B9.

 

Também, os vegetais folhosos, como frutas e verduras, são excelentes fontes de fibras solúveis para melhorar a motilidade, trânsito intestinal e absorção dos nutrientes, favorecendo uma nutrição de qualidade e, consequentemente, a saúde para a mãe e o bebê.

 

Cibele compartilha que o triptofano, aminoácido precursor da serotonina (hormônio do bem-estar) é um aliado nessas horas. Salmão, cacau, atum, banana, lentilha, soja, abacate e ovos são opções ricas em ômega 3, uma substância anti-inflamatória que auxilia a diminuir dores de cabeça e cólica abdominal.

 

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“Para reduzir a dor e tensão, o magnésio é importante, uma vez que participa da sintetização dos neurotransmissores ocitocina e melatonina, colaboradores para a redução desses sintomas”, fala a nutricionista. “Amêndoas, nozes e vegetais de folhas verdes como couve, brócolis e espinafre, além de grãos integrais e legumes, são ricos em magnésio”, exemplifica. 

 

Fonte: Tv Foco

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