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Espetáculo ''A Voz de Maria Amazonina'' emociona Manaus com homenagem à ancestralidade e às memórias afetivas
Foto: Divulgação

Com entrada gratuita, montagem da Coletiva de Palhaças une teatro, música e palhaçaria para celebrar a força da memória, da fé e das raízes amazônicas.

A Coletiva de Palhaças apresenta nesta sexta-feira (10), às 20h, no Teatro Gebes Medeiros, em Manaus, o espetáculo cênico-circense A Voz de Maria Amazonina, uma montagem que convida o público a mergulhar em uma emocionante viagem pela ancestralidade, pelas lembranças familiares e pelas tradições populares da Amazônia. A entrada é gratuita.

 

A apresentação integra o projeto A Voz de Maria Amazonina – Circulação Estadual, contemplado pelo Edital PNAB nº 08/2025 da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas. Com direção cênica de Ananda Guimarães e dramaturgia de Emily Danali, o espetáculo reúne teatro, música, poesia e linguagem circense para contar uma história marcada pelo afeto e pela valorização das raízes culturais.

 

A trama é inspirada na trajetória de Amazonina Carmim Lima, avó da atriz e palhaça Maria Fernanda Carmim, conhecida artisticamente como Carmella Caramela. Em cena, a artista revive memórias da avó ao lado da palhaça musicista Cajon, do palhaço intérprete Milibras e da palhaça audiodescritora Marafo, criando uma narrativa sensível sobre luto, espiritualidade, comunidade e herança ancestral.

 

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Durante a apresentação, os personagens percorrem diferentes momentos da vida de dona Amazonina, mulher profundamente ligada às tradições do catolicismo popular, às rezas e às crenças transmitidas de geração em geração no bairro Educandos, um dos mais antigos de Manaus.

 

O espetáculo também presta homenagem à força das mulheres negras, à sabedoria dos ancestrais e à espiritualidade representada por figuras como Vó Maria Conga e os pretos e pretas-velhas, valorizando a cultura popular e os saberes tradicionais.

 

A circulação da montagem teve início no Centro Cultural Velha Serpa, em Itacoatiara, durante um encontro do projeto Quem Canta Seus Males Espanta, iniciativa voltada ao bem-estar da população idosa por meio de atividades culturais, musicoterapia, dança e rodas de conversa.

 

Idealizado pela psicóloga Fabíolla Fonseca após a pandemia, o projeto surgiu como uma estratégia para combater o isolamento social, a ansiedade e a depressão entre idosos, transformando-se em um importante espaço de convivência, acolhimento e promoção da saúde mental.

 

Criado por Fabíolla Fonseca em 2021, logo após a pandemia, o projeto nasceu durante atuação dela em uma UBS (Foto: Divulgação)

Foto: Reprodução

 

Segundo Maria Fernanda Carmim, levar o espetáculo para diferentes públicos amplia o significado da obra.

 

"Esse espetáculo nasceu da saudade da minha avó e da vontade de manter viva a memória dela. Cada apresentação é um encontro com nossas histórias, nossas raízes e nossos ancestrais. É um momento de celebrar quem veio antes de nós e reconhecer a força dessas lembranças", destaca a artista.

 

Com uma proposta sensível e repleta de simbolismos, A Voz de Maria Amazonina promete emocionar o público ao transformar memórias pessoais em uma celebração coletiva da identidade, da cultura amazônica e da importância de preservar as histórias que atravessam gerações.A Coletiva de Palhaças apresenta nesta sexta-feira (10), às 20h, no Teatro Gebes Medeiros, em Manaus, o espetáculo cênico-circense A Voz de Maria Amazonina, uma montagem que convida o público a mergulhar em uma emocionante viagem pela ancestralidade, pelas lembranças familiares e pelas tradições populares da Amazônia. A entrada é gratuita.

 

A apresentação integra o projeto A Voz de Maria Amazonina – Circulação Estadual, contemplado pelo Edital PNAB nº 08/2025 da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas. Com direção cênica de Ananda Guimarães e dramaturgia de Emily Danali, o espetáculo reúne teatro, música, poesia e linguagem circense para contar uma história marcada pelo afeto e pela valorização das raízes culturais.

 

A trama é inspirada na trajetória de Amazonina Carmim Lima, avó da atriz e palhaça Maria Fernanda Carmim, conhecida artisticamente como Carmella Caramela. Em cena, a artista revive memórias da avó ao lado da palhaça musicista Cajon, do palhaço intérprete Milibras e da palhaça audiodescritora Marafo, criando uma narrativa sensível sobre luto, espiritualidade, comunidade e herança ancestral.

 

Durante a apresentação, os personagens percorrem diferentes momentos da vida de dona Amazonina, mulher profundamente ligada às tradições do catolicismo popular, às rezas e às crenças transmitidas de geração em geração no bairro Educandos, um dos mais antigos de Manaus.

 

O espetáculo também presta homenagem à força das mulheres negras, à sabedoria dos ancestrais e à espiritualidade representada por figuras como Vó Maria Conga e os pretos e pretas-velhas, valorizando a cultura popular e os saberes tradicionais.

 

A circulação da montagem teve início no Centro Cultural Velha Serpa, em Itacoatiara, durante um encontro do projeto Quem Canta Seus Males Espanta, iniciativa voltada ao bem-estar da população idosa por meio de atividades culturais, musicoterapia, dança e rodas de conversa.

 

Idealizado pela psicóloga Fabíolla Fonseca após a pandemia, o projeto surgiu como uma estratégia para combater o isolamento social, a ansiedade e a depressão entre idosos, transformando-se em um importante espaço de convivência, acolhimento e promoção da saúde mental.

 

Segundo Maria Fernanda Carmim, levar o espetáculo para diferentes públicos amplia o significado da obra.

 

"Esse espetáculo nasceu da saudade da minha avó e da vontade de manter viva a memória dela. Cada apresentação é um encontro com nossas histórias, nossas raízes e nossos ancestrais. É um momento de celebrar quem veio antes de nós e reconhecer a força dessas lembranças", destaca a artista.

 

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Com uma proposta sensível e repleta de simbolismos, A Voz de Maria Amazonina promete emocionar o público ao transformar memórias pessoais em uma celebração coletiva da identidade, da cultura amazônica e da importância de preservar as histórias que atravessam gerações. 

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