Hunter Hess virou alvo de críticas após gesto polêmico
A participação do esquiador Hunter Hess nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milano-Cortina 2026 ganhou contornos políticos após um gesto feito pelo atleta durante a prova classificatória do halfpipe.
Enquanto era fotografado, Hess levantou a mão e formou um “L” na testa — sinal popularizado como referência a “loser” (perdedor). A atitude foi interpretada como provocação ao presidente Donald Trump, que semanas antes o havia chamado de “verdadeiro perdedor” após o esquiador afirmar ter “sentimentos mistos” ao representar os Estados Unidos.
O detalhe que acabou chamando mais atenção do que a provocação foi outro: a letra estava invertida. Nas redes sociais, internautas ironizaram o erro, dizendo que o atleta nem sequer teria feito o gesto corretamente. Outros sugeriram que a inversão poderia ter sido proposital, como forma de assumir o rótulo.
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Após a prova, Hess comentou o episódio: “Aparentemente sou um perdedor… estou assumindo isso”, disse a repórteres.
Dentro da pista, o desempenho também não ajudou. O americano terminou em 10º lugar entre 11 competidores na final do halfpipe. Na primeira descida, recebeu 27,25 pontos após cair na aterrissagem. Na segunda, voltou a falhar e perdeu um dos esquis. Na última tentativa, marcou 58,75 pontos, insuficientes para brigar por medalha.
A polêmica começou semanas antes, quando Hess declarou que vestir a bandeira americana não significava apoiar tudo o que acontece no país. Trump reagiu na rede Truth Social, afirmando que, se o atleta pensava assim, não deveria ter buscado vaga na equipe olímpica.
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Entre gesto invertido, críticas políticas e resultado abaixo do esperado, a participação de Hunter Hess acabou repercutindo mais fora da pista do que dentro dela.