Uma nova pesquisa sugere que até 100 pequenas galáxias estariam orbitando a Via Láctea, mas muitas delas nunca teriam sido identificadas
Um novo estudo realizado por uma equipe de astrônomos da Universidade de Durham, no Reino Unido, chamou a atenção de cientistas. Isso porque o trabalho apresentou conclusões que podem mudar o atual entendimento sobre o que há nas proximidades da Via Láctea.
A pesquisa sugere que até 100 pequenas galáxias podem estar por perto, mas muitas delas nunca teriam sido identificadas. As descobertas foram apresentadas durante congresso da Royal Astronomical Society, uma sociedade científica e beneficente dedicada ao avanço das pesquisas sobre astronomia.
Os astrônomos da Universidade de Durham afirmam que as “galáxias fantasmas” perderam boa parte da sua matéria escura porque foram “puxadas” pela gravidade da Via Láctea. Como consequência, elas ficaram pequenas, fracas e quase não emitem luz, o que dificulta a identificação delas.
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A teoria Lambda-CDM sugere que a maior parte do universo é feita de matéria e energia escuras, elementos invisíveis, mas que exercem influência sobre tudo. Apenas 5% do universo seria formado por matéria “normal”, como planetas, estrelas, gás e poeira.
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Dessa forma, a maioria das galáxias teriam que ser anãs e orbitariam galáxias maiores, como a Via Láctea. O problema é que as descobertas feitas até agora não batiam com esta ideia. A explicação proposta pelo novo estudo é que a nossa tecnologia não é capaz de enxergar estas pequenas galáxias escondidas.
Fonte: Olhar Digital