Levantamento da Defesa Civil aponta que 40 municípios estão em situação de emergência, 17 em alerta e outros cinco em atenção. Equipes de bombeiros e brigadistas reforçam as ações de enfrentamento à seca.
A estiagem que atinge o Amazonas já afetou 101.084 famílias em diferentes regiões do estado, segundo boletim divulgado pelo Governo do Amazonas no domingo (18). De acordo com a Defesa Civil, 40 municípios estão em situação de emergência, 17 permanecem em alerta e outros cinco foram classificados em atenção devido aos impactos da seca.
O levantamento revela que todos os 62 municípios amazonenses enfrentam algum nível de risco relacionado à estiagem. Nenhuma cidade está classificada em situação de normalidade, o que demonstra a abrangência do fenômeno climático e a necessidade de medidas para reduzir os prejuízos à população.
Entre os municípios que estão em situação de emergência aparecem Manaquiri, Careiro da Várzea, Manacapuru, Coari, Tefé, Parintins, Lábrea e Autazes. Essas localidades integram a lista de cidades que enfrentam os efeitos mais graves da redução das chuvas e dos níveis dos rios.
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A capital amazonense, Manaus, está entre os 17 municípios classificados em situação de alerta. A mesma condição foi registrada em Humaitá, Manicoré, Boca do Acre e Tabatinga, que seguem sob monitoramento das autoridades responsáveis pelo acompanhamento dos eventos climáticos.
Outras cinco cidades foram incluídas na categoria de atenção: Anamã, Codajás, Iranduba, Itacoatiara e Itapiranga. Embora estejam em um nível de risco inferior ao dos municípios em alerta e emergência, essas localidades também exigem acompanhamento preventivo diante da possibilidade de agravamento da estiagem.
Para enfrentar os impactos da seca, o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) mantém equipes reforçadas em 36 municípios. A operação reúne aproximadamente 1,5 mil profissionais, entre bombeiros militares, brigadistas municipais e agentes federais, além de contar com 96 viaturas utilizadas nas ações de resposta.
A mobilização busca ampliar a capacidade de atendimento nas regiões afetadas e fortalecer as operações de enfrentamento aos impactos ambientais. O trabalho envolve a atuação conjunta de diferentes órgãos para prestar assistência à população e reduzir os riscos provocados pelas condições climáticas.
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A situação permanece sob acompanhamento da Defesa Civil e dos demais órgãos estaduais. Com todos os municípios amazonenses classificados em algum nível de risco, as autoridades mantêm as ações de monitoramento e resposta para minimizar os efeitos da estiagem sobre as comunidades atingidas.