Justiça americana considerou que a prisão da estudante de doutorado tinha indícios de violação da liberdade de expressão
Ozturk faz parte de um grupo de mais de 300 estrangeiros que tiveram o visto cancelado pelo governo Trump por envolvimento em “atividades políticas contrárias aos interesses nacionais”.
O secretário Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, alegou que as revogações atingem pessoas alinhadas a grupos que, segundo ele, promovem “atividades disruptivas e ilegais”, como manifestações que causam “danos à ordem pública”.
A estudante de doutorado da Universidade Tufts, Massachusetts, Rümeysa Öztürk foi libertada da prisão, na última sexta-feira (9/5), após passar 45 dias presa em um centro de detenção para imigrantes na Louisiana, Estados Unidos.
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O caso acendeu um debate sobre as políticas anti-imigração do governo de Donald Trump. Para apoiadores da aluna, que é cidadã turca, a prisão ocorreu em retaliação a um artigo publicado de opinião por ela em que tecia críticas à postura da universidade em relação à guerra de Gaza.
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Na sexta, o Tribunal Distrital dos Estados Unidos em Vermont decidiu conceder liberdade à estudante. Na sentença, o juiz William Sessions considerou que a prisão tinha elementos de violação de direitos da liberdade de expressão.
Fonte: Extra