Especialista explica que documento pode servir como principal referência para estudos e orienta como usar provas antigas de forma estratégica
Quem inicia a preparação para um concurso público costuma ter dúvidas sobre a utilidade de estudar com base em um edital antigo. Para o doutor em Direito Constitucional, fundador do Instituto de Direito Real e especialista em concursos, Fernando Bentes, a orientação é clara: vale sim. Segundo ele, até que um novo documento seja publicado, o edital anterior é a principal referência para organizar os estudos.
Fernando explica que os editais anteriores servem como principal referência para quem está se preparando para um concurso que ainda será lançado. Ele afirma que é a partir desse documento que o candidato identifica as diretrizes da seleção, especialmente as disciplinas cobradas, que costumam sofrer poucas alterações de um certame para outro.
Assim, é possível iniciar os estudos com foco nas matérias que, muito provavelmente, voltarão a aparecer no novo edital. Quando o concurso é oficialmente anunciado e a banca organizadora definida, a orientação é alinhar a preparação ao perfil da instituição escolhida.
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O especialista também ressalta que após a publicação do novo edital, o ideal é direcionar totalmente os estudos para o conteúdo previsto no novo documento, priorizando as disciplinas listadas e resolvendo questões da banca responsável pela prova.Segundo o especialista, as matérias que costumam apresentar maior estabilidade ao longo dos anos são, principalmente, as de ciências exatas e naturais, como raciocínio lógico e Física.

Foto: Reprodução
Como essas áreas passam por poucas mudanças conceituais, o conteúdo exigido tende a se repetir de um edital para outro. Ele também destaca que Administração e Contabilidade geralmente mantêm um padrão semelhante de cobrança.Em contrapartida, disciplinas das ciências humanas, como Direito, sofrem alterações com mais frequência, seja por atualizações na legislação, seja por novas interpretações jurídicas. Nesses casos, é importante que o candidato esteja atento às possíveis novidades.
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Quanto à Língua Portuguesa, embora pertença ao campo das ciências humanas, não passa por grandes mudanças na gramática ou na sintaxe exigida de um concurso para outro. Ele ainda aconselha que o concurseiro dedique uma atenção especial durante os estudos em relação a interpretação de texto.