Pesquisa acompanhou 270 mil mulheres e reforça a importância de imunizar adolescentes desde o início da vida sexual
Uma pesquisa científica recente acompanhou mais de 270 mil mulheres imunizadas contra o papilomavírus humano (HPV) e concluiu que a vacina continua protegendo contra infecções do vírus por pelo menos 12 anos após a aplicação. A descoberta reforça a importância de vacinar adolescentes o quanto antes, preferencialmente antes do início da vida sexual, quando a eficácia é maior.
Os resultados da análise indicam que a proteção se mantém alta ao longo dos anos e não mostra sinais de queda significativa mesmo mais de uma década depois da vacinação, o que sugere um efeito duradouro na prevenção de infecções e, consequentemente, na redução do risco de doenças associadas ao HPV — incluindo cânceres como o de colo de útero.
Veja também

SUS inicia substituição da insulina NPH por versão mais moderna e de longa duração
Gripe K cresce rápido e acende alerta da OMS
Especialistas destacam que esse tipo de imunização é uma estratégia fundamental de saúde pública para reduzir a circulação do vírus e prevenir complicações futuras.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.