Os autores destacam que o acesso à energia solar, educação em saúde e práticas de proteção podem ser ferramentas importantes para reduzir o risco de contaminação
Pesquisadores do Instituto Mamirauá desenvolveram um estudo no Amazonas que mostrou que ações simples podem reduzir significativamente os ataques de morcegos-vampiro (Desmodus rotundus), principal vetor da raiva para pessoas e animais de criação.
Realizada entre 2023 e 2024 nas comunidades da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã e na Floresta Nacional de Tefé, a pesquisa testou o uso de lanternas solares durante a noite para iluminar áreas externas das casas e os resultados foram promissores: os relatos de mordidas caíram de 19 % para apenas 3 % após a adoção da medida.
Além da iluminação, os pesquisadores reforçam outras medidas de prevenção que podem proteger pessoas e animais. Entre elas estão:
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manter portas e janelas fechadas ao anoitecer;
usar mosquiteiros ao dormir;
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Foto: Reprodução
instalar telas em currais e abrigos de animais;
garantir que a vacinação contra a raiva de animais de criação esteja atualizada;
abrigar os animais em locais fechados durante a noite.
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Os autores destacam que o acesso à energia solar, educação em saúde e práticas de proteção podem ser ferramentas importantes para reduzir o risco de contaminação pelo vírus da raiva em comunidades ribeirinhas da Amazônia.