Desde o início da guerra, 16 militares dos EUA foram mortos e mais de 430 ficaram feridos
Os Estados Unidos voltaram a realizar ataques contra alvos ligados ao Irã após a morte de militares americanos durante um ataque a uma base dos EUA localizada na Jordânia. A ofensiva marca uma nova escalada na tensão entre Washington e Teerã e aumenta o temor de um agravamento do conflito no Oriente Médio.
Segundo autoridades americanas, os bombardeios tiveram como alvo instalações utilizadas por grupos armados apoiados pelo governo iraniano. O objetivo, de acordo com o Pentágono, foi enfraquecer estruturas militares responsáveis por ataques contra tropas americanas na região e impedir novas ações contra interesses dos Estados Unidos.
A decisão foi tomada após o ataque que matou militares americanos na base instalada em território jordaniano. O governo dos EUA atribui a ofensiva a milícias alinhadas ao Irã, embora Teerã negue envolvimento direto e afirme não controlar as ações desses grupos.
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O presidente Donald Trump declarou que a resposta militar era necessária para proteger as forças americanas e advertiu que novos ataques serão realizados caso interesses dos Estados Unidos voltem a ser atingidos. O governo americano também reforçou que continuará monitorando a atuação de grupos armados na região.
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A retomada dos bombardeios eleva a preocupação da comunidade internacional com a possibilidade de um confronto ainda maior no Oriente Médio. Diversos países acompanham a evolução da crise e defendem esforços diplomáticos para evitar que o conflito se amplie e provoque novos episódios de violência na região.