Em vez de ajudá-lo, acabei com a vida dele, admitiu Laken Snelling em tribunal no Kentucky (EUA)
A ex-integrante da equipe de torcida da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, Laken Snelling, de 22 anos, foi condenada nesta sexta-feira (16) a 10 anos de prisão pela morte do filho recém-nascido. O corpo do bebê foi encontrado em agosto de 2025, dentro de um armário no quarto onde ela morava com colegas.
O caso veio à tona depois que as colegas de residência ouviram barulhos vindos do quarto de Laken e decidiram verificar o que estava acontecendo. Após perceberem sinais de sangue no ambiente, elas encontraram o recém-nascido enrolado em uma toalha e colocado dentro de um saco plástico. A polícia foi acionada e iniciou a investigação.
Durante o processo, Laken admitiu ter provocado a morte da criança. Em audiência realizada em agosto deste ano, ela se declarou culpada de homicídio culposo em primeiro grau, ocultação do nascimento, adulteração de provas e abuso de cadáver. Na ocasião, afirmou que estava sob forte pressão emocional quando deu à luz e reconheceu que privou o bebê de oxigênio.
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A sentença foi determinada pela Justiça do estado do Kentucky. A juíza Diane Minnifield estabeleceu que as penas pelos diferentes crimes fossem cumpridas simultaneamente, totalizando 10 anos de prisão. Laken também recebeu crédito pelo período em que permaneceu sob prisão domiciliar antes da condenação.
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Foto: Reprodução
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O caso provocou comoção nos Estados Unidos e ganhou repercussão pela forma como o corpo do recém-nascido foi encontrado e pelas declarações feitas pela ré durante o processo. A condenação encerra uma etapa judicial do caso, que começou após a descoberta da criança morta em agosto de 2025.