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Ex-ministro Raul Jungmann morre aos 73 anos
Foto: Reproduçao

Jungmann estava internado no hospital DF Star, na capital federal, e tratava um câncer no pâncreas

 Morreu, neste domingo (18/1), aos 73 anos, o ex-ministro Raul Jungmann.

 

Jungmann estava internado no hospital DF Star, na capital federal, e tratava um câncer no pâncreas.

 

Ministro da Defesa e da Segurança Pública no governo de Michel Temer (MDB), Raul Jungmann foi deputado federal por três mandatos por Pernambuco.

 

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Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, esteve à frente dos ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias.

 

Natural de Recife (PE), ele também foi vereador. Jungmann presidia o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) desde 2022.

 

Em nota, o Ibram manifestou pesar e afirmou que “Jungmann será lembrado por sua competência, visão estratégica, capacidade de articulação e pelo legado de diálogo e ética que deixa não apenas na mineração, mas em toda a vida pública brasileira”.

 

Confira a nota completa:

 

Com imenso pesar, o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) comunica o falecimento de Raul Belens Jungmann Pinto, diretor-presidente da instituição, ocorrido em 18 de janeiro de 2026, em Brasília. Em atenção a um desejo de Raul Jungmann, o velório ocorrerá em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.

 

Pernambucano, Raul Jungmann dedicou mais de cinco décadas à vida pública brasileira, atuando com integridade, espírito republicano e um compromisso inabalável com a democracia, o desenvolvimento sustentável e o diálogo.

 

Ao longo de sua trajetória, ocupou funções de grande relevância nacional, entre elas a presidência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), três mandatos como deputado federal e quatro ministérios – Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública. Em 2022, assumiu a presidência do IBRAM, liderando uma importante agenda de transformação do setor mineral, pautada pelos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança) e pela defesa de uma mineração mais responsável e alinhada aos desafios do século XXI.

 

Sob sua liderança, o IBRAM fortaleceu seu protagonismo institucional e seu compromisso com a legalidade, a sustentabilidade, a inovação e o papel estratégico dos minerais na transição energética global.

 

Jungmann será lembrado por sua competência, visão estratégica, capacidade de articulação e pelo legado de diálogo e ética que deixa não apenas na mineração, mas em toda a vida pública brasileira.

 

Para Ana Sanches, presidente do Conselho Diretor do IBRAM, Raul Jungmann foi um homem público de estatura singular, defensor firme da democracia e profundamente comprometido com o Brasil e com o interesse público. Segundo ela, à frente da Diretoria Executiva do Instituto, Jungmann conduziu a entidade por um período decisivo, fortalecendo o IBRAM e beneficiando todo o setor mineral, período este marcado pelo diálogo, pela visão estratégica e pela integridade.

 

Seu legado constitui um marco na história do Brasil, do IBRAM e da indústria da mineração.

 

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Neste momento de profunda tristeza, o IBRAM manifesta solidariedade à família, amigos e colegas de jornada, agradecendo por tudo que Raul Jungmann representou para o Brasil, ao setor mineral e ao Instituto.

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