Autópsia identificou lesões que podem levar à abertura de processo criminal
O ex-canoísta húngaro Miklós Dudás, que representou a Hungria nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, foi encontrado morto em seu apartamento, em Budapeste, aos 34 anos. O caso, inicialmente tratado como morte sem indícios de crime, passou a ser investigado após a autópsia apontar ferimentos considerados relevantes pelas autoridades.
De acordo com informações do jornal The Sun, a polícia havia descartado, num primeiro momento, a possibilidade de ação criminosa. No entanto, novos elementos surgiram durante o exame post-mortem, levando à reavaliação do caso. Peritos identificaram lesões que exigem aprofundamento das investigações.
Dudás, ex-campeão mundial da canoagem de velocidade, foi encontrado sem vida na última segunda-feira. Até o momento, a polícia húngara não divulgou detalhes sobre a natureza dos ferimentos nem informou se há suspeitos.
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Um funcionário do prédio onde o ex-atleta morava relatou à polícia que viu Miklós Dudás sangrando na escadaria do edifício dois dias antes da morte. Segundo o depoimento, ele apresentava ferimentos na cabeça e aparentava estar desorientado. Ao ser questionado, o atleta teria afirmado que havia sofrido uma queda, antes de retornar ao apartamento.
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O funcionário foi intimado a prestar depoimento formal, e as autoridades seguem investigando se outras pessoas podem ter participado ou influenciado os acontecimentos que antecederam a morte do ex-olímpico.