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Ex-presidente da Jequiti coloca em dúvida faturamento bilionário da WePink e vídeo viraliza nas redes
Foto: Divulgação

Executivo afirma que estrutura da empresa de Virginia Fonseca não seria compatível com um faturamento de R$ 1 bilhão; declaração dividiu opiniões entre internautas.

Um vídeo do empresário Lásaro do Carmo Jr., ex-presidente da Jequiti, ganhou grande repercussão nas redes sociais após o executivo questionar a capacidade operacional da WePink, marca de cosméticos da influenciadora Virginia Fonseca, de sustentar um faturamento bilionário.

 

Durante participação no podcast Made In Brasil, Lásaro afirmou que alcançar um faturamento de R$ 1 bilhão em um determinado período pode ser possível, mas manter esse desempenho de forma constante exigiria uma estrutura muito maior do que a que, segundo ele, a empresa possui atualmente.

 

Na entrevista, o executivo destacou que conhece o funcionamento da indústria de cosméticos e os principais fabricantes terceirizados do país. Segundo ele, boa parte dos produtos da WePink é produzida por terceiros e a estrutura operacional divulgada pela empresa não seria suficiente para sustentar um faturamento dessa magnitude.

 

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Lásaro também afirmou ter recebido informações de pessoas ligadas ao setor indicando que a empresa conta com uma equipe reduzida. Na avaliação dele, um negócio que movimenta cifras bilionárias precisaria de uma operação mais robusta, envolvendo centenas ou até milhares de profissionais, além de uma logística de grande porte para atender à demanda.

 

As declarações rapidamente repercutiram nas redes sociais e dividiram opiniões. Parte dos internautas concordou com a análise do empresário, argumentando que um volume tão elevado de vendas exigiria uma estrutura operacional maior do que a apresentada pela marca.

 

Por outro lado, admiradores de Virginia Fonseca defenderam a influenciadora e afirmaram que a forte presença digital da empresária, aliada ao sucesso comercial dos produtos, explica os resultados alcançados pela WePink. Alguns usuários relataram, inclusive, que a marca possui grande volume de distribuição e movimenta diariamente centros logísticos em diferentes regiões do país.

 

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Até o momento, Virginia Fonseca e a WePink não haviam se pronunciado publicamente sobre as declarações feitas por Lásaro do Carmo Jr., que continuam repercutindo entre consumidores e profissionais do setor de cosméticos. 

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