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Explosão solar deve atingir a Terra de raspão e pode afetar comunicações e satélites
Foto: Reprodução

Explosão solar da classe M 5.7 chamou a atenção dos astrônomos no último domingo, 10, que explicaram possíveis efeitos na Terra

Uma forte explosão solar registrada nos últimos dias chamou atenção de cientistas e agências espaciais por poder provocar efeitos na Terra, ainda que de forma limitada. Segundo especialistas, a ejeção de partículas solares deve atingir o planeta apenas “de raspão”, reduzindo os riscos de impactos mais severos.

 

O fenômeno ocorre após uma intensa erupção na superfície do Sol, conhecida como ejeção de massa coronal (CME). Esse tipo de evento lança partículas carregadas e campos magnéticos pelo espaço em alta velocidade, podendo interagir com o campo magnético terrestre.

 

Apesar de não representar perigo direto para a população, especialistas alertam que tempestades solares podem provocar instabilidades em sistemas tecnológicos. Entre os possíveis efeitos estão falhas temporárias em sinais de GPS, interferências em comunicações por rádio e pequenos impactos em satélites.

 

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As autoridades de monitoramento espacial classificaram o evento como de intensidade moderada. Como a maior parte da ejeção não está direcionada diretamente à Terra, a expectativa é de que os efeitos sejam mais leves do que os observados em grandes tempestades geomagnéticas históricas.

 

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Foto: Reprodução

 

Outro fenômeno que pode ocorrer é o aumento da visibilidade das auroras boreais e austrais em regiões mais afastadas dos polos. Em casos de maior intensidade, esses eventos luminosos podem ser vistos até em áreas onde normalmente não aparecem.Especialistas explicam que o Sol atravessa atualmente um período de maior atividade dentro de seu ciclo natural de aproximadamente 11 anos. Isso aumenta a frequência de manchas solares, erupções e tempestades geomagnéticas observadas pelos cientistas.

 

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Nos últimos meses, diferentes explosões solares colocaram centros de monitoramento espacial em alerta. Em janeiro deste ano, uma tempestade solar de categoria S4 foi considerada a mais intensa em mais de duas décadas, levantando preocupações principalmente para missões espaciais e operações de satélites. 

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