As redes de farmácias estão registrando aumento de receitas impulsionado pela forte demanda por canetas emagrecedoras, medicamentos à base de agonistas de GLP-1 usados no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2.
O crescimento desse mercado tem sido um dos principais fatores de alta no faturamento do varejo farmacêutico brasileiro, que já movimenta mais de R$ 100 bilhões por ano. Analistas apontam que esses medicamentos vêm ganhando espaço rapidamente nas prateleiras e nas vendas do setor.
Estudos do mercado indicam que produtos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro têm impulsionado o desempenho das grandes redes e devem representar uma fatia cada vez maior da receita das farmácias nos próximos anos, podendo chegar a cerca de 20% até o fim da década em alguns cenários projetados.
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O avanço das chamadas “canetas emagrecedoras” também está ligado à maior procura por tratamentos de controle de peso e ao aumento da prescrição médica desses medicamentos, que se tornaram tendência global.
Especialistas destacam que, embora o crescimento represente uma nova fonte de receita para o setor farmacêutico, o uso desses medicamentos exige acompanhamento médico devido a possíveis efeitos colaterais e restrições de uso.
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O segmento segue em expansão no Brasil e deve continuar influenciando os resultados do varejo farmacêutico nos próximos anos.