Monica Witt, ex-militar e agente de contrainteligência dos EUA, teve acesso a informações secretas e ultrassecretas, incluindo os nomes verdadeiros de agentes infiltrados da Comunidade de Inteligência americana
O governo dos Estados Unidos, por meio de programas de recompensas ligados a órgãos de segurança, passou a oferecer uma quantia de aproximadamente R$ 1 milhão por informações que possam levar à prisão de uma mulher apontada como desertora e supostamente ligada ao Irã.
A iniciativa faz parte de ações internacionais de inteligência e cooperação em segurança, em que autoridades norte-americanas buscam localizar pessoas consideradas estratégicas ou envolvidas em atividades sensíveis fora do país.
Segundo as informações divulgadas, a recompensa é oferecida em troca de dados que ajudem a identificar o paradeiro da suspeita e possibilitem sua prisão. O caso entra na lista de operações conduzidas dentro de programas oficiais de incentivo a denúncias, que já foram usados em outras investigações de alto impacto.
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Esse tipo de mecanismo de recompensa é comum em casos envolvendo espionagem, terrorismo ou atividades consideradas de risco à segurança nacional dos Estados Unidos, com valores que podem variar de acordo com a relevância do alvo e a gravidade das acusações.
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As autoridades não detalharam publicamente todos os elementos da investigação, que segue em andamento, e reforçam que qualquer informação fornecida é tratada de forma confidencial dentro dos canais oficiais de segurança.