Ex-jogador português acusa dirigente de agir para benefício próprio e critica plano de abrir braço comercial da entidade a investidores
O ex-jogador português Luís Figo fez um dos ataques mais duros já direcionados ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, e pediu publicamente sua renúncia. Em uma carta aberta, o ex-craque afirmou que o dirigente protagonizou "o comportamento mais baixo, enganoso e egoísta" que já presenciou no futebol, defendendo que sua saída é necessária para "salvar o esporte".
As críticas surgem após a crise provocada pelo plano de Infantino de vender 20% dos direitos comerciais da FIFA para investidores privados. A proposta enfrentou forte resistência de dirigentes, federações e da UEFA e acabou sendo abandonada diante da repercussão negativa.
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Figo, que atualmente atua como conselheiro da UEFA, acusou Infantino de agir com falta de transparência, colocar interesses pessoais acima do futebol e enfraquecer a credibilidade da entidade máxima do esporte. O ex-jogador também afirmou que o presidente da FIFA perdeu a confiança de parte importante da comunidade do futebol.
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A pressão sobre Infantino aumentou nos últimos dias, com dirigentes e federações europeias ampliando as críticas à sua gestão. O presidente da FIFA realizou reuniões de emergência no Marrocos para tentar conter a crise e recuperar apoio antes da eleição presidencial da entidade, prevista para 2027. Apesar do desgaste, ele ainda mantém respaldo de diversas associações nacionais fora da Europa.