A Justiça condenou Aline Barbosa, de 39 anos, a 14 anos de reclusão em regime fechado pelo assassinato da própria mãe, Maria Aparecida Scacco, em Maringá, no Paraná. A sentença foi anunciada após julgamento pelo Tribunal do Júri, realizado em outubro de 2026, quando a ré confessou o crime cometido em agosto de 2022.
O homicídio aconteceu na região da Vila Operária e, inicialmente, a morte da idosa foi tratada pela família como natural. No entanto, exames periciais realizados pelo Instituto Médico-Legal (IML) apontaram que Maria Aparecida morreu por asfixia mecânica provocada por um travesseiro, levando as autoridades a aprofundarem as investigações.
A apuração da Polícia Civil avançou após o depoimento de uma criança de sete anos que teria presenciado o crime. Segundo a acusação, o assassinato teria sido motivado por interesse financeiro nos bens da vítima. Durante a investigação, Aline também teria ligado repetidamente para a Delegacia de Homicídios para acompanhar o andamento do caso.
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Inicialmente, a filha respondia por homicídio triplamente qualificado. Durante o julgamento, porém, os jurados reconheceram apenas a qualificadora relacionada ao meio cruel, associado à asfixia. A decisão resultou na condenação a 14 anos de prisão em regime fechado.
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Aline estava presa preventivamente desde novembro de 2022 e deverá continuar cumprindo a pena no sistema prisional do Paraná. O caso teve novos desdobramentos com o julgamento, que esclareceu as circunstâncias da morte da idosa, inicialmente considerada natural.