O médico Juan Popó Freitas, filho do ex-boxeador Arcelino Popó Freitas, relatou nas redes sociais ter sido vítima de um comportamento obsessivo por parte de um paciente após uma consulta em consultório.
O desabafo foi publicado na última terça-feira (3), em seu perfil no Instagram. Sem entrar em detalhes sobre o caso, Juan afirmou que decidiu tornar a situação pública como forma de alerta a outros profissionais da área da saúde.
“Uma simples consulta em consultório me acarretou um comportamento obsessivo por parte de um paciente. Gostaria de deixar registrado aqui, e até para todos os colegas médicos não se calarem ou se sentirem intimidados, coagidos e perseguidos por pacientes. Protejam-se e não coloquem a vida profissional de vocês em risco”, escreveu.
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Junto da publicação, Juan compartilhou o que seria uma mensagem enviada ao paciente, encerrando oficialmente o vínculo profissional entre ambos. No texto, o médico afirma que não pode mais haver atendimento ou qualquer tipo de contato, alegando quebra de confiança e condutas consideradas inadequadas e desrespeitosas.
Ele ainda deixa claro que não autoriza nenhuma tentativa de aproximação:
“Qualquer tentativa de perseguição, monitoramento, vigilância, intimidação ou constrangimento, presencial ou virtual, será interpretada como conduta ilícita, passível de enquadramento nos crimes de ameaça e perseguição (stalking), previstos no Código Penal Brasileiro.”
Juan também informou que irá registrar boletim de ocorrência e solicitar medidas protetivas caso o paciente descumpra o comunicado. O médico atende em uma clínica localizada em Salvador, especializada em tratamentos voltados à saúde e bem-estar. Segundo informações públicas, Juan não possui especialidade registrada junto ao Conselho Federal de Medicina (CFM).
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O caso chamou atenção nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a segurança de profissionais da saúde diante de situações de assédio e perseguição por pacientes.