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Filho de subsecretário de Direitos Humanos é um dos foragidos por estupro coletivo no Rio de Janeiro
Foto: Divulgação

Justiça do Rio de Janeiro decreta prisão preventiva de jovens acusados de planejar emboscada contra adolescente em Copacabana

A Polícia Civil do Rio de Janeiro e o Ministério Público (MPRJ) buscam cinco jovens acusados de participar de um estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos no bairro de Copacabana. O caso, descrito pelas autoridades como uma "emboscada planejada", resultou na expedição de mandados de prisão preventiva pela 1ª Vara Especializada em Crimes Contra Crianças e Adolescentes.


Entre os quatro adultos identificados como foragidos está Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos. Ele é filho de José Carlos Costa Simonin, atual subsecretário de Governança, Compliance e Gestão da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro. O pai do suspeito possui uma trajetória marcada pela atuação em conselhos de assistência social e fundos de combate à pobreza.

 

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ALÉM DE VITOR HUGO, OS OUTROS ACUSADOS MAIORES DE IDADE SÃO:

 

Bruno Felipe dos Santos Allegretti (18 anos)

 

João Gabriel Xavier Bertho (19 anos)

 

Matheus Veríssimo Zoel Martins (19 anos)

 

Um quinto envolvido, de 17 anos, é ex-namorado da vítima e responderá por ato infracional análogo ao crime de estupro.


Segundo as investigações, a adolescente foi atraída ao apartamento no dia 31 de janeiro sob o pretexto de um encontro com o ex-namorado, com quem estudava. Ao chegar ao local, a relação de confiança foi utilizada para isolá-la em um quarto.

 

DE ACORDO COM O DEPOIMENTO DA VÍTIMA E AS INFORMAÇÕES DO DELEGADO ÂNGELO LAJES:

 

Confinamento: A jovem foi trancada no quarto com quatro homens após recusar investidas iniciais.

 

Agressões: Diante da negativa da vítima, o grupo utilizou violência física e psicológica. Ela relatou ter sido segurada pelos cabelos e agredida com um chute no abdômen.

 

Crueldade: Durante o crime, um dos agressores chegou a questionar sobre as marcas físicas e sangramentos, demonstrando preocupação em ocultar as evidências da família da jovem.

 

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O Colégio Pedro II, onde alguns dos envolvidos estudavam, confirmou o desligamento de dois dos suspeitos. O Ministério Público já formalizou a denúncia e as forças de segurança seguem em diligências para localizar os foragidos.

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